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sábado, 7 de novembro de 2009

Besouro - Nasce Um Heroi



Sinopse:
Besouro (Ailton Carmo) foi o maior capoeirista de todos os tempos. Um menino que - ao se identificar com o inseto que ao voar desafia as leis da física - desafia ele mesmo as leis do preconceito e da opressão. Passado no Recôncavo dos anos 20, Besouro é um filme de aventura, paixão, misticismo e coragem. Uma história imortalizada por gerações, que chega aos cinemas com ação e poesia no cenário deslumbrante do Recôncavo Baiano.

Ficha Técnica:
Título Original: Besouro - Nasce Um Heroi
Gênero: Drama
Duração: 95 Minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 2009
Lançamento Comercial (Estreia): 30/10/2009
Distribuição: Buena Vista
Direção: João Daniel Tikhomiroff
Assitente de direção: Malu Miranda, Mariana Oliva, Daniel Lentini
Roteiro: Patrícia Andrade
Produção: Vicente Amorim
Produtoras sociado: Daniel Filho
Produtor executivo: Caíque Martins Ferreira
Direção de produção: Luiz Henrique Fonseca
Assistente de produção: lara Machado, Sandra Leite, Lilian Navarro e Renata Amaral
Co-produção: Mixer, Globo Filmes, Miravista
Música: Rica Amabis, Nação Zumbi e Naná Vasconcelos
Fotografia: Enrique Chediak
Assitente de fotografia: Breno Cunha, Cris Conceição
Câmera: Daniel Duran
Assistente de câmera: Tiago Rivaldo
Still: Christian Cravo
Desenho de Produção: Karen Araújo
Coordenadora de arte: Marina Lage
Direção de Arte: Claudio Amaral Peixoto
Assistente de arte: Isabela de Oliveira
Figurino: Bia Salgado
Edição: Gustavo Giani
Assistente de edição: Duda Izique
Maquiagem: Martin Macias Trujillo
Assistente de maquiagem: Sandro Valério, Rosa Bandeira, Deda e Shirley
Dublês: Florisvaldo "Flor", de Besouro, Rogério de Jesus Machado, Wai Lun Fung
Coordenador de cenas: Huen Chiu Ku
Preparacao de elenco: Fátima Toledo
Produtora de elenco: Patrícia Duarte
Efeitos visuais: Robson Sartori, Márcio Farjalla




Elenco:
Ailton Carmo ...... Besouro
Jessica Barbosa ...... Dinorá
Anderson Grillo ...... Quero-quero
Flavio Rocha ...... Coronel Venâncio
Irandhir Santos ...... Noca de Antonia
Servílio de Holanda ...... Genival
Sergio Laurentino ...... Exu
Nilton Junior ...... Cobra criada
Leno Sacramento ...... Chico Canoa
Chris Vianna ...... Teresa
Mestre Alípio ...... Macalé
Adriana Alves ...... Oxum
Geisa Costa ...... Zulmira

Premiações:





Curiosidades:
• Inspirado em fatos reais. E baseado no livro "Feijoada no paraíso", de Marco Carvalho

• O besouro é um inseto que, por suas características, não deveria voar, mas voa.

• E Besouro também é o nome do maior capoeirista de todos os tempos. Um menino que, ao se identificar com o inseto que desafia as leis da Física, desafia ele mesmo as leis cruéis do preconceito e da opressão. Um mito, um super-herói.

• Locação na Chapada Diamantina e no Recôncavo Baiano.

• A equipe aquática - formada pelo diretor de fotografia e mergulhador Rodrigo Monte, pelo assistente de câmera Lula Cerri e pelo técnico em equipamentos subaquáticos Pedro Gonçalves.

• A atriz paulista Adriana Alves, que interpreta Oxum, o Orixá dos rios e cachoeiras, até as filmagens de Besouro, mal sabia nadar.

• O ator, coreógrafo e consultor de cultura afro Zebrinha, estudioso da mitologia afro, ajudou na pesquisa para a criacao dos personagens do filme. Ele gostou tanto do projeto que acabou aceitando viver um dos Orixás do filme.

• A diretora Kátia Lund, que faz o making of de Besouro e um documentário sobre as lendas em torno do protagonista.

• O trabalho de alteração das fachadas das casas de Igatu, feitas com a ajuda dos próprios moradores. Após as filmagens, o orelhão e postes retirados foram recolocados no lugar. E, desta vez, já respeitando as normas do Iphan para a preservação de patrimônios históricos.

• O jovem capoeirista Ailton Carmo, muito mais conhecido como Coquinho, aluno do Mestre Cascudo, nunca tinha sonhado com a vida de ator. Estava vivendo na Bélgica, onde ganhava a vida como professor da arte que aprendeu ainda criança aqui mesmo, na Chapada Diamantina, onde nasceu e cresceu. Ele passava pelo Brasil por acaso na época dos testes.

• Besouro Mangangá, ou Besouro Cordão de Ouro, era o apelido de capoeira de um baiano de Santo Amaro da Purificação chamado Manoel Henrique Pereira, que viveu entre 1897 e 1924. Filho de João Grosso e Maria Haifa, nunca teve uma profissão certa, mas era muito popular na cidade por suas extraordinárias habilidades na capoeira, que teria aprendido de um tio. O apelido, Besouro, teria vindo da comparação de suas habilidades com a capacidade improvável do besouro de voar apesar de seu pesado exoesqueleto.

• Entre as lendas a respeito do mestre, diz-se que ele tinha a capacidade de desaparecer. O que é fato, porém, é que Besouro era conhecido por ter “corpo fechado” (expressão usada no Candomblé para designar pessoas protegidas por alguma de suas entidades) e, principalmente, por não ter um bom relacionamento com a polícia. Muito menos com os fazendeiros da região do lugarejo de Maracangalha, onde dizem que realizou a maior parte de suas façanhas. Após sua morte, em 1924, a memória de Besouro passou décadas restrita à comunidade negra e dos capoeiristas. Somente em 2007, uma placa em sua homenagem foi colocada na Santa Casa de Misericórida de Salvador, local onde Besouro faleceu, aos 27 anos.

• Há muito poucas publicações sobre a vida de Besouro. Uma delas, o livro “Feijoada no Paraíso - a saga de Besouro, o capoeira”, de Marco Carvalho, inspirou o diretor João Daniel a escrever o roteiro de seu filme. O personagem também é citado no livro em Mar Morto, de Jorge Amado, como “o mais valetnte dos negros do cais de Santo Amaro”.

• Foram exatos 46 dias. Pouco mais de 550 horas de trabalho.

domingo, 18 de outubro de 2009

Bens Confiscados

Sinopse:


Américo Baldani, poderoso senador da República, é denunciado publicamente pela esposa Valquíria por corrupção, tráfico de influências e bigamia. Quando sua amante comete suicídio, ele manda seqüestrar Luís Roberto (Renan Augusto), o secreto filho bastardo, e o esconde da imprensa e dos inimigos políticos numa cidade balneária no extremo sul do País. Para cuidar dele, o senador convence uma antiga amante, a enfermeira Serena (Betty Faria).

Ficha Técnica:
Título Original: Bens Confiscados
Gênero: Drama
Duração: 108 min.
Ano de Lançamento: 2004
Lançamento Comercial (estréia): 09/12/2005
Distribuição: Riofilme
Direção: Carlos Reichenbach
Roteiro: Carlos Reichenbach e Daniel Chaia
Produção: Sara Silveira e Betty Faria
Produção executiva: Maria Ionesco
Co-produção: Dezenove Som e Imagens, Super Nova, Riofilme e Casa de Cinema de Porto Alegre
Música: Nélson Ayres
Música Original: Ivan Lins
Fotografia: Jacob Sarmento Solitrenick
Camera: Jacob Sarmento Solitrenick
Direção de arte: Luís Rossi
Edição: Cristina Amaral

Elenco:
Renan Augusto ...... Luís Roberto
Fernanda Carvalho Leite ...... Suzana
Marcia de Oliveira ...... Penha
Eduardo Dusek ...... Miklos
Betty Faria ...... Serena
Antônio Grassi
Marina Person ...... Michele
Werner Schünemann ...... lobo/Américo Baldani
Renan Gioli ...... Luis
Beth Goulart ......Valquiria Baldani
Sergio Luikin …… Chofre Afonso
Marcelo Bortotto …… Timóteo
Sissi Ventura ….. Lutera
Carla candiotto ...... Isabela Siqueira
Nill Marcondes ...... Investigador
Kelly Di Bertoni ...... Investigadora
Joana curvo ...... Bel Montana
Natalia Lorda ...... Vivian Calendônia

Participação especial:
André Abujamra ...... Valdomiro Lebre
Angela Correa ...... Enfermeira
Bira Valdez ...... hospede gaucho
Carlos Thomas Alboronoz ...... hospede de livramento
Eugenio Puppo ...... Senador Paquistão


 
 
 
 
 


Premiações:
• IX Festival do Audiovisual 2005,Recife, PE,2005
Melhor filme

• XV Cine-ceará, Fortaleza, Ce, 2005
Melhor Diretor
Melhor Atriz – Beth Faria
Melhoa Ator – Werner Schunemann
Troféu sambará de melhor longa metragem

• Festival de Miami, EUA, 2005
Melhor Fotografia

Curiosidades:
• A personagem Serena foi concebida desde sua gênese, para a atriz Betty Faria, retomando assim, premiada parceria entre a atriz e o diretor Carlos Reichenbach no filme Anjos do Arrabalde (1987). A diferença é que em Bens Confiscados, a atriz é também co-produtora do filme, ao lado de Sara Silveira e Carlos Reichenbach (Alma Corsária e Dois Córregos).

• Outra parceria a ser retomada neste filme, vai reunir Reichenbach e Ivan Lins. A sensibilidade emotiva de Lins se torna imprescindível para a atmosfera de Bens Confiscados.

Bendito é o Fruto

Sinopse:


Maria (Zezeh Barbosa), Edgar (Otávio Augusto), Virgínia (Vera Holtz), Telma (Lúcia Alves), Chokita (Camila Pitanga) sempre se encontram em um pequeno salão de cabelereiro de Edgar, em Botafogo (Rio de Janeiro). Edgar tem um caso com Maria, mas não tem coragem de assumir. Virgína, amiga de infância de Edgar, sofre um acidente com uma tampa de bueiro, o que faz com que os dois se reencontrem. Anderson (Evandro Machado), filho de Maria, volta da Europa com uma novidade: Marcelo Monte (Eduardo Moscovis), seu namorado e protagonista da novela das oito.

Ficha Técnica:
Título Original: Bendito Fruto
Gênero: Drama
Duração: 90 min.
Ano de Lançamento : 2004
Lançamento Comercial (estréia):19/05/2005
Distribuição: Riofilme
Direção: Sérgio Goldenberg
Roteiro: Rosane Lima e Sérgio Goldenberg
Direção de atores: Enrique Diaz
Produção: Martha Ferraris
Som: Paulo Ricardo Nunes
Música: Fernando Moura
Fotografia: Antônio Luís Mendes
Direção de arte: Cláudio Amaral Peixoto
Figurino: Angéle Fróes

Elenco:
Otávio Augusto ...... Edgar
Zezeh Barbosa ...... Maria
Vera Holtz ...... Virgínia
Lúcia Alves ...... Telma
Camila Pitanga ...... Choquita
Eduardo Moscovis ...... Marcelo Monte/Cadú
Evandro Machado ...... Anderson
Enrique Diaz ...... Auê
Thelmo Fernandes
Mariana Lima ...... Fernanda/Luciana
Luis Otávio ...... Bibito

Premiações:
• XXXVII Festival de Brasilia do Cinema Brasileiro, DF, 2004
Melhor Atriz – Zezeh Barbosa
Melhor Atriz Coadjuvante - Lucia Alves

• Festival de Cinema Brasileiro em Israel, 2006
Melhor filme (Juri oficial)

Curiosidades:
• Enrique Diaz é responsável pela direção de atores do filme.

• Este é o 1º de 2 filmes em que Otávio Augusto e Vera Holtz atuaram juntos. O Anterior foi Anjos do Sol (2006).

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Bufo & Spallanzani

Sinopse:


Ivan Canabrava (José Mayer) é um detetive da Companhia Panamericana de Seguros que está investigando o caso de um fazendeiro, que morreu pouco após fazer um seguro de um milhão de dólares. Desconfiado de que a empresa onde trabalha esteja sendo vítima de uma fraude, Ivan passa a investigar a viúva e descobre, no apartamento do casal, um sapo morto e uma planta exótica. Pesquisando sobre o assunto com a ajuda do cientista Ceresso (Juca de Oliveira) e a jovem Minolta (Isabel Guerón), Ivan passa então a se envolver cada vez mais com suas investigações, o que desagrada seu chefe (Gracindo Junior).

Ficha Técnica:
Título Original: Bufo & Spallanzani
Gênero: Drama
Duração: 96 min.
Ano de Lançamento Brasil: 2000
Lançamento Comercial (estréia): 31/08/2001
Estúdio: Conspiração Filmes
Distribuição: Warner Brasil
Direção: Flávio R. Tambellini
Roteiro: Rubem Fonseca, Patrícia Melo e Flávio R. Tambellini, baseado em livro de Rubem Fonseca
Produção: Flávio R. Tambellini e Andrucha Waddington
Música: Dado Villa-Lobos
Direção de Fotografia: Breno Silveira
Edição: Sérgio Mekler

Elenco:
José Mayer ...... Ivan Canabrava / Gustavo Flávio
Tony Ramos ...... Guedes
Isabel Guéron ...... Minolta
Zezé Polessa ...... Zilda
Gracindo Júnior ...... Eugênio Delamare
Maitê Proença ...... Delfina Delamare
Matheus Nachtergaele ... Agenor
Juca de Oliveira ...... Prof. Ceresso
Milton Gonçalves ... Delegado Ferreira
Dirce Migliaccio ...... Dona Bernarda
Ernani Moraes ...... Guarda-costas
Jacqueline Sperandio ..... Clara Estrucho
Celso Frateschi ...... Dr.Ribeiroles
Luciano Chirolli ...... Dr. Baran
Gustavo Gasparani ...... Doctor
Mario Borges ....... Nelson
Marcelo Escorel ...... Wilfredo
Luiz Sérgio Lima e Silva ...... Coveiro
Endiara Mendonça ...... Garota de Programa
jandir Ferrari ...... Personnel staff clerk

Premiações:
• XXIX Festival de Gramado – Cinema Brasileiro e Latino, RS, 2001
Melhor Ator – Tony Ramos
Melhor Atriz – Isabel Guéron
Melhor Ator Coadjuvante – Juca de Oliveira
Melhor Direção de Arte – Gualter Pupo Filho

• XII FestNatal, RN,2001
Melhor Atriz coadjuvante – Zezé Polessa
Melhor Direção de Arte – Gualter Pupo Filho.

• V Brazilian Film Festival Of Miami, EUA, 2001.
Melhor trilha Sonora – Dado Villa Lobos
Melhor Ator – Tony Ramos
Melhor Roteiro
Melhor Filme (Júri Oficial)



Curiosidades:
• Bufo & Spallanzani é o filme de estréia do diretor Flávio R. Tambellini.

• Andrucha Waddington, diretor de Gêmeas e Eu Tu Eles, é um dos produtores de Bufo & Spallanzani.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Bela Dona

Sinopse:


No final da década de 30, Frank chega ao vilarejo de Morro Branco, no exuberante litoral cearense, com sua jovem esposa, Donna, para trabalhar em um empreendimento pretolífero. Apesar das diferenças culturais ela integra-se rapidamente à paisagem e aos hábitos da região. Conhece Nô, um pescador jovem e eatraente. Nô é filho de Mãe Ana espécie de líder religiosa da comunidade, uma "força da terra", tão temida quanto respeitada.


Ficha Técnica:
Título Original: Bela Donna
Gênero: Aventura
Duração: 110 min.
Lançamento no Brasil: 1998
Distribuição: Araba Films,
Consórcio Europa Severiano Ribeiro, United International Pictures (UIP - Espanha), United International Pictures y Cía. S.R.C. e Vitoria Filme (Portugal)
Direção: Fábio Barreto
Roteiro: Amy Ephron
Produção: Companhia de Imagem, Consórcio Europa Severiano Ribeiro, Filmes do Equador,
Luiz Carlos Barreto Produções Cinematográficas e Pandora Cinema
Música: Dori Caymmi
Fotografia: Félix Monti
Desenho de Produção: Hélio Eichbauer
Direção de arte: Hélio Eichbauer
Figurino: Diana Eichbauer
Edição: Caroline Biggerstaff e Virginia Flores


Elenco:
Eduardo Moscovis ........ Nô
Natasha Henstridge ........ Donna
Andrew McCarthy ........ Frank
Odilon Wagner ........ John
Florinda Bolkan ........ Mãe Ana
Sophie Ward ........ Lídia
Letícia Sabatella ........ Benta
Guilherme Karan ........ Silva
Rita Martins ........ Rita
Ângelo Antônio ........ Tonho
Domingos Alcântara ........ Zé Divina
Jurandir de Oliveira ........ Juca
Jackson Costa ........ Afrânio
Charles Paraventi ........ Dr. Farina
Arduíno Colassanti ........ Comandante
Nildo Parente ........ Padre Jorge
Mariana Pellegrino Barreto ........ Donna menina
Karla Sabah ........ Cantora

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Bete Balanço - 1984

Sinopse:

Jovem liberada resolve abandonar a cidade de Governador Valadares para tentar carreira artística no Rio de Janeiro. Na cidade maravilhosa, ela se decepciona com os empresários da música e com a violência urbana, mas também encontra apoio no namorado e nos novos amigos.

Ficha Técnica:
Título Original: Bete Balanço
Gênero: Drama, Musical
Duração: 74 min.
Ano de Lançamento: 1984
Lançamento Comercial (Estréia):
Distribuição: Embrafilme
Direção: Lael Rodrigues
Roteiro: Lael Rodrigues e Yoya Wursch
Produção: Carlos Alberto Diniz, Jean Lafuge, Patrick Moine, Tizuka Yamasaki,
Centro de Produção e Comunicação e Embrafilme
Música: Cazuza e Roberto Frejat
Fotografia: Edgar Moura
Desenho de Produção: Yurika Yamasaki
Direção de arte: Yurika Yamasaki
Figurino: Yurika Yamasaki
Edição: Lael Rodrigues

Elenco:
Débora Bloch ........ Bete
Lauro Corona ........ Rodrigo
Diogo Vilela ........ Paulinho
Maria Zilda ........ Bia
Cazuza ........ Tininho
Hugo Carvana ........ Tony
Arthur Muhlenberg
Jessel Buss
Duse Nacarati
Eleonora Rocha
Claudio Moreno
Marcus Vinícius
Andréa Beltrão
Claudio Baltar
Mario Dias Costa
Márcio Trigo
José Joffily
Paulo Antonio Magoula
Jorge Laffond
Paula Guimarães Preuss
Cléber Felix
Bettina Graziani
Rui Marcos Ferreira
Ana Muhllenberg
Dartagnan Holand
Helena Padilha
Messias Santos
Kikita
Eleonora
Adalberto Freitas
Tonico Barros
Sérgio Luiz Pereira
João Carlos Dumont
Barão Vermelho
Lobão
Os Ronaldos
metralhatxeka
Titãs
Banda Brylho
Manhas e Manias
Celso Blues Boy

Prêmios:
• Prêmio Air France de Cinema - RJ 1984
Melhor atriz para Débora Bloch

Curiosidades:
• Diversos artistas e bandas da geração 80 aparecem no filme. Entre elas, Barão Vermelho, Lobão, Titãs, Banda Brylho, Manhas e Manias e Celso Blues Boy.

• Último filme de Lauro Corona, falecido em 1989.

• Paula Toller, vocalista da banda Kid Abelha, foi convidada para interpretar o personagem-título, mas recusou o papel.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Babilônia 2000


Sinopse:

Na manhã do último dia de 1999, uma equipe de filmagens sobe o Morro da Babilônia, no Rio de Janeiro. Lá existem duas favelas, Chapéu Mangueira e Babilônia, as únicas situadas na orla de Copacabana e cujos moradores podem acompanhar ao vivo o reveillon de Copacabana. Durante 12 horas, as câmeras da equipe de filmagens acompanham os preparativos locais para o reveillon, assim como ouve os moradores locais a fim de saber as expectativas deles para o ano 2000 e para que possam fazer um balanço de suas vidas.

Ficha Técnica:
Título Original: Babilônia 2000
Gênero: Documentário
Duração: 90 min.
Lançamento  no Brasil: 2001
Lançamento Comercial (estréia) : 06/01/2001
Estúdio: VideoFilmes / CECIP
Distribuição: Riofilme
Direção: Eduardo Coutinho
Produção: Donald K. Ranvaud e Eduardo Coutinho
Desenho de Produção: Beth Formaggini
Edição: Jordana Berg

Elenco:

.........

Prêmios:
• V Festival de cinema de Recife, PE, 2001
Melhor fotografia – Jacques Cheuiche , Daniel Coutinho, Eduardo Coutinho, Geraldo Pereira
Melhor Som – Paulo Ricardo Nunes e Ivan da Silva)

• Premio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte,SP 2001
Melhor documentário

• III Festival de Cinéma de Brésilien de Paris, França ,2001
Melhor Filme (voto Popular)

• VI Festival Internacional de Documentarios, SP 2001
Menção especial do júri é tudo verdade

Curiosidades:
• Foram quatro diretores de filmagem e cinco fotógrafos.
• além do dia 31, foi filmado também na manhã do dia 3 de janeiro, primeiro dia útil do ano.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

O Beijo no asfalto - 1984


Sinopse:

Na Praça da Bandeira, Rio de Janeiro, um desconhecido é atropelado por um ônibus e, agonizante, pede a Arandir, um bancário que passava pelo local, que lhe dê um beijo na boca. Por compaixão, ele concorda. Seu gesto é logo interpretado por um repórter da imprensa sensacionalista, Amado Pinheiro, como manifestação de homossexualismo.

Na Delegacia Policial, Arandir conta o ocorrido, sendo liberado. Entretanto, a atitude do repórter faz um estrago em sua vida, começando com a perda de seu emprego. O beijo vira manchete de jornal e o noticiário é alimentado pelo repórter Amado Pinheiro, cuja estreita ligação com o delegado Cunha leva o caso à esfera policial, onde é forjada a versão de que Arandir e o morto já se conheciam e, inclusive, eram amantes.

Ao chegar em casa, ele conta à Selminha, sua esposa, e à Dália, sua cunhada, o interrogatório que sofrera na Delegacia. Aprígio, que sempre rejeitou o genro, tem agora a oportunidade de expulsá-lo da vida da filha, ao tentar convencê-la de que seu casamento é uma farsa. Somente Dália, a cunhada apaixonada por ele, acredita em sua verdade.

Arandir é obrigado a fugir da polícia que cerca sua casa e faz interrogatórios à sua mulher. No hotel, enquanto aguarda a chegada da esposa, é surpreendido pela presença da cunhada, que confessa seu amor e lealdade por ele, e em seguida pelo sogro que, desesperado, provoca o trágico desfecho do filme: ele sim, Aprígio, sempre fora apaixonado pelo genro e por isso tentava impedir o casamento da filha. Arandir foge, mas o tiro disparado pelo sogro o alcança no asfalto. No chão, recebe dele o mortal beijo na boca.

Ficha Técnica:
Título Original: O Beijo no Asfalto
Gênero: Drama
Duração: 77 min.
Lançamento (Brasil): 1980
Estúdio: Luiz Carlos Barreto Produções Cinematográficas Ltda. e Filmes do Equador
Distribuição: Embrafilme
Direção: Bruno Barreto
Roteiro: Doc Comparato, baseado em peça teatral de Nélson Rodrigues
Produção: Luiz Carlos Barreto
Música: Guto Graça Mello
Fotografia: Murilo Salles
Direção de arte: Paulo Chada
Figurino: Paulo Chada
Edição: Raimundo Higino

Elenco:
Tarcísio Meira ........ Aprígio
Ney Latorraca ........ Arandir
Christiane Torloni ....... Selminha
Lídia Brondi ....... Dália
Daniel Filho ....... Amado Pinheiro
Oswaldo Loureiro ....... Cunha
Thelma Reston ........ Mailde
Márcia Barreto........
Nélson Caruso ........ Werneck
Renato Coutinho........
Flávio São Thiago ........ Arubinha
Pedro Paulo Rangel ........ Colega de Trabalho
Xuxa Lopes ........ Mulher na TV
Lígia ........ Diniz Viúva
Estelita Bell ........ Atendente no Hotel

Bossa Nova - 2000


Sinopse:

Mary Ann Simpson (Amy Irving) é uma ex-aeromoça, americana e viúva, que mora no Rio de Janeiro desde que seu marido faleceu, trabalhando como professora num curso de inglês. Em seu trabalho ela lida com vários alunos, como o craque de futebol do Flamengo e da Seleção Brasileira Acácio (Alexandre Borges) e o advogado Pedro Paulo (Antônio Fagundes), ambos apaixonados por ela. Começa então uma ciranda amorosa entre os personagens, agitada por diversos equívocos culturais e linguísticos.

Ficha Técnica:
Título Original: Bossa Nova
Gênero: Comédia Romântica
Duração: 90 min.
Lançamento no Brasil: 2000
Estúdio: Luiz Carlos Barreto Produções Cinematográficas / Globo Filmes / Filmes do Equador / Sony Pictures Classics
Distribuição: Sony Pictures Classics
Direção: Bruno Barreto
Roteiro: Alexandre Machado e Fernanda Young, baseado na estória "A Senhorita Simpson", de Sérgio Sant'anna
Produção: Luís Carlos Barreto e Lucy Barreto
Música: Eumir Deodato
Fotografia: Pascal Rabaud
Direção de arte: Cássio Amarante e Carla Caffe
Figurino: Emilia Duncan
Edição: Ray Huley

Elenco:
Amy Irving ........ Mary Ann Simpson
Antônio Fagundes ........ Pedro Paulo
Alexandre Borges ........ Acácio
Débora Bloch ........ Tânia
Drica Moraes ........ Nadine
Giovanna Antonelli ........ Sharon
Rogério Cardoso ........ Vermont
Sérgio Loroza ........ Gordo
Flávio São Thiago ........ Peçanha
Alberto de Mendonza ........ Juan
Pedro Cardoso ........ Roberto
Stephen Tobolowsky ........ Trevor
Kazuo Matsui ........ Wan-Kim-Lau



Prêmios e Indicações:
• Recebeu 3 indicações ao Grande Prêmio Cinema Brasil, nas categorias de Melhor Diretor, Melhor Trilha Sonora e Melhor Lançamento.

Curiosidades:

• O filme teve dois outros títulos antes da escolha por Bossa Nova: "In English, please" e "A Senhorita Simpson". Este último nome foi abandonado para evitar confusões entre o filme e o seriado "Os Simpsons", no mercado americano.

• O filme foi escolhido para encerrar o Festival de Berlim de 2000.

• Logo no início do filme há uma dedicatória do diretor Bruno Barreto, homenageando François Truffaut e Tom Jobim.

• O roteiro do filme, ainda antes das filmagens terem sido iniciadas, foi comprado por 3 milhões de dólares pela Sony Pictures Classics, que o distribuiu no mercado mundial.

• Os direitos autorais do conto "A Senhorita Simpson", que serviu como base para a elaboração do roteiro de Bossa Nova, inicialmente pertenciam ao diretor Arnaldo Jabor. Apenas 7 anos depois de adquirí-los, Jabor resolveu por repassar os direitos para o diretor Bruno Barreto, para que este pudesse transformá-lo em filme.

Brasília 18% - 2006



Sinopse:

O médico legista Olavo Bilac, renomado especialista brasileiro que trabalha em Los Angeles, é convidado pelo IML de Brasília para arbitrar a controvertida perícia referente à identificação de uma ossada, supostamente pertencente à jovem economista Eugênia Câmara, desaparecida há meses.

A decisão do médico é cercada por grande pressão e expectativa. Se a perícia confirmar a identidade de Eugênia Câmera, ficará provado que ela foi assassinada pelo namorado Augusto dos Anjos, cineasta, colega de faculdade, e última pessoa a vê-la antes do desaparecimento. O futuro deste artista promissor depende, portanto, do laudo pericial do famoso legista. Os políticos acusados pelo principal suspeito querem que o cineasta permaneça na cadeia, e por isso pressionam o legista para identificar o corpo de Eugênia.

No entanto, o Doutor Bilac, que sofre profundamente por uma viuvez recente, apaixona-se por Eugênia através de fotos e vídeos, e também por comentários, sempre contraditórios, sobre seu comportamento. Dominado pela paixão, ele conclui a perícia de forma negativa: o corpo examinado NÃO é de Eugênia.
Ela está viva?
Quais as conseqüências dessa conclusão científica sobre o universo político de Brasília?

Ficha Técnica:
Título Original: Brasília 18%
País de Origem: Brasil
Gênero: Drama
Classificação etária: 16 anos
Tempo de Duração: 102 minutos
Ano de Lançamento: 2006
Estréia no Brasil: 21/04/2006
Estúdio/Distrib.: Columbia Pictures
Direção: Nelson Pereira dos Santos

Elenco:
Carlos Alberto Riccelli ......... Olavo Bilac
Malu Mader ......... Georgesand Romero
Othon Bastos ......... Martins Fontes
Karine Carvalho ......... Eugênia
Carlos Vereza ......... senador Sílvio Romero
Nildo Parente ......... Gonçalves Dias
Otávio Augusto ......... João do Rio
Bete Mendes ......... Francisca Gonzaga
Déo Garcez ......... Tobias Barreto
Ney Santanna ......... Gregório de Matos
Ilya São Paulo ......... Lima Barreto
Anselmo Vasconcelos ......... Coelho Neto
Michel Melamed . ......... Augusto dos Anjos
Mônica Keiko ......... Marília de Dirceu
Bruna Lombardi ........ Laura
Evandro Mesquita .... Paula Ney
Ludy Montes Claros .... Machado de Assis
Tonico Pereira .... Emílio de Meneses
Márcio Vito .... estuprador
Ada Chaseliov .... Cacilda Becker
Isabella .... Madame Dias


Curiosidades:
• Nelson Pereira dos Santos utilizou nomes de personalidades brasileiras, inclusive da literatura, para os personagens, tais como os dos poetas Olavo Bilac e Gonçalves

domingo, 11 de outubro de 2009

Boca de Ouro - 1962



Sinopse:

Prepotente e cruel, Boca de Ouro manda arrancar todos os dentes perfeitos, substituindo-os por uma dentadura de ouro. Ele também cultiva o sonho de ser enterrado num caixão de ouro só para recompensar o trauma de ter nascido numa gafieira, e de ter sido abandonado pela mãe numa pia de banheiro. Boca de Ouro começa apresentando seu protagonista, que acabara de morrer assassinado. O repórter Caveirinha, designado para descobrir a verdadeira história do marginal, vai entrevistar sua ex-amante, Guigui, que conta três diferentes versões da vida do bicheiro. Em todas elas, estão envolvidos Leleco, um malandro desempregado, sua mulher, Celeste e três ricaças.

Ficha Técnica:
Título Original: Boca de Ouro
Gênero: Policial
Duração: 103 min.
Lançamento (Brasil): 1962
Estúdio: Brasil Vita Filmes
Distribuição: Herbert Richers
Direção: Nelson Pereira dos Santos
Roteiro: Nelson Pereira dos Santos
Produção: Jarbas Barbosa, Copacabana Filmes, Fama Filmes e Imbracine
Música: Remo Usai
Fotografia: Amleto Daissé
Desenho de Produção: José Cajado Filho
Edição: Rafael Justo Valverde

Elenco:
Jece Valadão........ Boca de Ouro
Daniel Filho ........ Leleco
Odete Lara ........ Guigui
Maria Lúcia Monteiro ........ Celeste
Ivan Cândido ........ Caveirinha
Maria Pompeu
Wilson Grey
Adriano Lisboa
Julimar Abrantes
Maria Amado
Rodolfo Arena
Hildem Barbosa
Miguel Borges
Plínio Campos
Guy Cardoso
Paulo Caringi
Paulo Copacabana
Carlos Cristiano
Josué de Castro
Uracy D'Oliveira
Maurício do Valle
Washington Fernandes
Humberto Fredy
Jussara Januário
Zé Keti
Leila Lane
Otolindo Lopes
Ricardo Luna
Jorge Maia
Procópio Marques
Carlos Miranda
Pérola Negra
Heloísa Paravici
Edmar Prates Filho
Georgia Quental
Francisco Santos
Jaime Severino
Solange Valença
Shulamith Yaari
Prêmios e Indicações:


Curiosidades:
• Baseado em na peça homônima de Nelson Rodrigues.

• Para bancar o filme, com Jece Valadão, Jarbas Barbosa vendeu o enorme Impala. Só que o carro fazia parte dos objetos de cena do filme. Correu à empresa para pedir o veículo recém-vendido para necessário retake (cena refeita).

• Em 1962, Nelson Pereira dos Santos preparava-se para filmar Vidas Secas, quando as chuvas começaram no Nordeste. O diretor queria uma paisagem árida e deserta, e as locações escolhidas estavam verdejantes. Foi quando o ator Jece Valadão, na época casado com uma irmã de Nelson Rodrigues, fez o convite para o cineasta dirigir Boca de Ouro.

• Fez parte do 15º fascículo da coleção "ISTOÉ – Cinema Brasileiro".

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Budapeste - 2009


Sinopse:

José Costa (Leonardo Medeiros) é um ghost-writer, escritor especialista em escrever livros para terceiros sob a condição de permanecer anônimo. Na volta de um congresso, Costa é obrigado a fazer uma escala imprevista na cidade de Budapeste, o que desencadeará uma série de eventos envolvendo-o em uma surpreendente história. Casado com Vanda (Giovanna Antonelli), uma famosa apresentadora de telejornais, Costa conhece Kriska (Gabriella Hámori) em Budapeste. Com ela aprende húngaro, que segundo dizem, "é a única língua que o diabo respeita". Durante as diversas idas e vindas entre o Rio de Janeiro e Budapeste, Costa se alterna entre o seu enfeitiçamento pela língua húngara transformada em paixão por Kriska e suas raízes pessoais ancoradas no seu amor por Vanda. Baseado no famoso livro de Chico Buarque, Budapeste nos leva a uma fascinante viagem de um homem separado entre dois continentes e dividido por duas mulheres.

Ficha Técnica:
Título Original: Budapeste
Gênero: Drama
Duração: 113 min
Lançamento (Brasil):
Distribuição: Imagem Filmes
Direção: Walter Carvalho
Roteiro: Rita Buzzar
Produção: Rita Buzzar, Pryrt Miskilczi, Leonel Veira
Direção de produção:
Co-produção: Imagem Filmes, Stopline, Eurofilm, Telecine Productions, Teleimage, Rio Bravo, Fam Filmes
Música: Leo Gandelman
Som:
Fotografia: Lula Carvalho
Desenho de Produção:
Direção de Arte: Marcos Flaksman
Figurino: Kika Lopes
Edição: Pablo Ribeiro


Elenco:
Leonardo Medeiros ........ José Costa
Gabriella Hámori ........ Kriszta
Giovanna Antonelli …….. Vanda
András Bálint
Andrea Balogh ……... estenógrafo
Nicolau Breyner …….. escritor francês
Ivo Canelas …….. Álvaro
Péter Kálloy Molnár
Antonie Kamerling ……. Kaspar
Karina Kecskés
Tamás Puskás
Ádám Rajhona
Sandor Istvan Nagy ........ fã no aeroporto
Oliver Simor ......... homem no bar


Curiosidades:
• Baseado no romance homônimo de Chico Buarque.

• As filmagens aconteceram no Rio e na cidade que dá nome ao longa.

• Chico Buarque de Holanda, autor do livro que dá base ao filme, releu o roteiro integralmente por duas vezes.

• O diretor de fotografia é Lula Carvalho, filho do diretor Walter Carvalho.

• Chico Buarque faz uma participação relâmpago.

Paulo Gracindo - O Bem Amado - 2009



Sinopse:

Com uma biografia que se confunde com a história da comunicação no Brasil, Paulo Gracindo (1911-1995) foi um dos atores mais populares do país. Morando em Maceió, foi para o Rio aos 20 anos, onde passou fome até conseguir uma chance no teatro, com Procópio Ferreira. Com sua voz marcante, fez sucesso no rádio, como apresentador e ator de radionovelas – inclusive como o Albertinho Limonta de "O Direito de Nascer". Na TV, sua popularidade atingiu o auge com personagens como o Odorico Paraguaçu da novela "O Bem-Amado". Através de depoimentos de colegas e amigos, e de um rico material de arquivo, recupera-se parte da trajetória deste ator que não desistiu de sua arte até o fim da vida, quando o mal de Alzheimer e uma quase cegueira minavam sua energia.


Ficha Técnica:
Título Original: Paulo Gracindo - O Bem Amado
Gênero: Documentário
Duração: 80min.
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição:
Direção: Gracindo Júnior
Roteiro: Gracindo Júnior
Produção: Gracindo Júnior
Direção de produção:
Co-produção: Gracindo Júnior Participações e Empreendimentos
Fotografia: Lula Araújo
Edição: Pedro Gracindo


Elenco:
Arnaldo Jabor
Bibi Ferreira
Cláudio Cavalcanti
Daniel Filho
Dorival Caymmi
Eva Wilma
Fernanda Montenegro
Françoise Forton
Ginaldo de Souza
José Wilker
Lima Duarte
Mauro Alencar
Max Nunes
Milton Gonçalves
Paulinho da Viola
Paulo Gracindo
Paulo José
Roberto Carlos
Rogério Fróes



Curiosidades:
• Estréia na Mostra Retratos da Première Brasil do Festival do Rio em 07 de Outubro de 2008.

• Participou das Mostras e Festivais It's All True - É Tudo Verdade em Abril de 2008, VI Cine Fest Petrobras Brasil - NY em Agosto de 2008, Mostra Retratos da Première Brasil do Festival do Rio 2008, DOCKANEMA - Festival do Filme Documentario, Mocanbique, em setembro de 2008, Amazonas Film Festival, novembro de 2008.

• Lançamento nacional previsto para abril de 2009.

JK - Bela Noite Para Voar



Sinopse:
O país vive um momento político conturbado, com um grupo de oficiais da Aeronáutica tentando derrubar o Presidente Juscelino Kubitschek. Em meio à confusão instaurada JK conhece uma jovem de Belo Horizonte, apelidada de Princesa, com quem inicia um romance secreto.


Ficha Técnica:
Título Original: JK - Bela Noite Para Voar
Gênero: Drama
Duração: 87 minutos
Ano de Lançamento :2009
Lançamento Comercial (estréia) 13/03/2009
Distribuição: Lumière
Direção: Zelito Vianna
Roteiro: Zelito Vianna, baseado em livro de Pedro Rogério Moreira
Produção: Cláudia Furiati e Daniel Sroulevich
Produtor associado: Vera de Paula
Co-produção: Caribe Produções Ltda. e Focus Films
Música: Sílvio Barbato
Fotografia: Alziro Barboza
Direção de arte: Alexandre Meyer
Figurino: Kika Lopes
Edição: Diana Vasconcellos
Efeitos Especiais: Teleimage

Elenco:
José de Abreu ......... Juscelino Kubitschek
Mariana Ximenes ......... Princesa
Marcos Palmeira ......... Carlos Lacerda
Cecil Thiré ......... Marechal Lott
David Pinheiro ......... Celso
Felipe Wagner ......... Fiúza
André Barros ......... Affonso
Henrique Pires
Emílio de Mello ......... Oscar Niemeyer
João Vicente Goulart ......... Jango

Curiosidades:
• O personagem de Mariana, que no filme é chamado de Princesa, é inspirado justamente em Maria Lúcia Pedroso. Os dois mantiveram um romance secreto por quase 18 anos, que só terminou com a morte de JK, em 1976. O caso começou em 1958, quando ele tinha 56 anos e ela, 23.

• JK - Bela Noite Para Voar se passa num dia fictício de 1958. A produtora Claudia Furiati e o diretor Zelito Viana optaram por concentrar a ação em 24 horas, boa parte com o presidente em pleno vôo.

• JK - Bela Noite Para Voar é livremente inspirado na obra de ficção “Bela noite para voar”, de Pedro Rogério Moreira.

• Juscelino é interpretado por José de Abreu, que já viveu o personagem no teatro há 15 anos.

• O local previsto para o início das filmagens era o Palácio Laranjeiras. Mas, dois dias antes, a governadora Rosinha Garotinho cancelou “temporariamente” a autorização para que sua residência oficial servisse de locação, depois de receber um pedido de parentes de JK. A decisão obrigou a equipe a transferir às pressas o local para o Clube Naval e a adiar o início das filmagens. Tempo depois Rosinha voltou atrás, após o Conselho Estadual de Cultura defender a cessão do prédio.

• A família também telefonou para a Petrobras e a Telemar, principais patrocinadores do filme. A pressão fez com que a produção enviasse carta para as empresas explicando que JK - Bela Noite Para Voar é baseado numa obra literária e em fontes públicas sobre uma figura pública.

• Os produtores chegaram a fazer modificações no roteiro, para evitar maiores conflitos com a família. Saiu, por exemplo, uma cena em que ele, conhecido sedutor, fazia charme para uma prefeita na inauguração de uma obra. As mudanças não apacaram a ira da família de Juscelino.

• O projeto original de um filme sobre JK era de Nei Sroulevich e Marcelo França e tinha como título provisório “De Nonô a JK”. O roteiro, de José Louzeiro, concentrava-se na infância. Mais tarde, Luiz Carlos Maciel fez um novo roteiro, que mostrava o presidente mais velho, lembrando o passado. Com a morte de Nei, sua viúva, Claudia Furiati, e seu filho Daniel assumiram a empreitada. Os dois roteiros foram abandonados por questões financeiras e dramatúrgicas, eram muito abrangentes. Claudia e Zelito Viana acharam melhor concentrar a ação num único dia.

• As filmagens terminaram no dia 8 de dezembro de 2004.

• João Vicente Goulart interpreta seu pai, Jango.

Bicho de Sete Cabeças - 2000



Sinopse:

Seu Wilson (Othon Bastos) e seu filho Neto (Rodrigo Santoro) possuem um relacionamento difícil, com um vazio entre eles aumentando cada vez mais. Seu Wilson despreza o mundo de Neto e este não suporta a presença do pai. A situação entre os dois atinge seu limite e Neto é enviado para um manicômio, onde terá que suportar as agruras de um sistema que lentamente devora suas presas.

Ficha Técnica:
Título Original: Bicho de Sete Cabeças
Gênero: Drama
Duração: 80 min.
Lançamento (Brasil): 2000
Estúdio: Buriti Filmes / Gullane Filmes / Dezenove Som / Imagens e Fábrica de Cinema
Distribuição: Riofilme
Direção: Laís Bodanzky
Roteiro: Luís Bolognesi
Continuista Florence Weyne Robert
Produção: Maria Ionescu e Fabiano Gullane
Música: André Abujamra
Fotografia: Hugo Kovensky
Desenho de Produção: Caio Gullane
Direção de arte: Marcos Pedroso
Edição: Jacopo Quadri e Letizia Caudullo

Elenco:
Rodrigo Santoro ........ Neto

Othon Bastos ........ Seu Wilson
Cássia Kiss ........ Mãe de Neto
Caco Ciocler ........ Rogério
Gero Camilo ........ Ceará
Daniela Nefussi ........ irmã de Neto
Jairo Mattos ........ Enfermeiro Ivan
Luís Miranda ........ Enfermeiro Marcelo
Valéria Alencar ........ Leninha
Altair Lima ........ Dr. Cintra Araújo
Linneu Dias ........ Interno Jornalista
Marcos Cesana ........ Blu
Gustavo Machado ........ Lobo
Cláudio Carneiro ........ Alex
Talita Castro ........ Bel
Antônio de Andrade ........ Enfermeiro Ednei
Bicudo Jr. ........ enfermeiro Rubens
Sergio Mastropasque ........ Psiquiatra
Elida Marques ........ Instrutira de Vendas
Jorge Ramon ........ Esecutivo
Arthumiro Del`Chiaro ........ freguês da Barraca
Geraldo de Souza Silva ........ Freguês Bar
Eduardo Silva Torres ........ Aluno
Wagner Deluna Paes ........ Aluno
Eduardo Miguel Halim ........ Dono do Bar
Haroldo Campos ........ PM




Prêmios e Indicações:
• 3º Festival de Brasília 2000 (Brasil)
Melhor filme - Prêmio do Júri
Melhor filme - Prêmio da Crítica
Melhor filme - Prêmio do Público
Melhor direção - Laís Bodanzky
Melhor ator - Rodrigo Santoro
Melhor ator coadjuvante - Gero Camilo
Melhor fotografia - Hugo Kovensky
Troféu Saruê do jornal Correio Braziliense para Rodrigo Santoro

Prêmio ANDI/Unicef - Cinema pela Infância (o júri composto por jovens estudantes e protagonistas sociais, decidiu premiar por julgar que o filme contribui para uma profunda reflexão sobre as relações entre o jovem, a família e as instituições sociais)

• Festival de Locarno 2001 (Suíça)
Prêmio Júri Jovem

• Festival de Cinema de Biarritz 2001 (França)
Melhor filme (prêmio Soleil D'Or)


• Festival Internacional de Cinema de Trieste 2001 (Itália)
Melhor primeiro filme
Prêmio diretor estreante
Prêmio Júri Jovem
Prêmio da Imprensa para melhor primeiro filme

• Festival de Creteil 2001 (França)
Melhor filme do Júri Jovem

• 5º Festival do Recife 2001 (Brasil)
Melhor filme
Melhor direção (Laís Bodanzky)
Melhor roteiro (Luiz Bolognesi)
Melhor ator (Rodrigo Santoro)
Melhor atriz coadjuvante (Cássia Kiss)
Melhor ator coadjuvante (Gero Camilo)
Melhor trilha sonora (André Abujamra, canções de Arnaldo Antunes)
Melhor som (Romeu Quinto e Sílvio Moraes)
Melhor montagem (Jacopo Quadri e Letizia Caudullo)

• Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) 2001 (Brasil)
Prêmio Margarida de Prata

• Prêmio Qualidade Brasil (ICQ) 2001 (Brasil)
Melhor filme
Melhor direção (Laís Bodansky)
Melhor ator (Rodrigo Santoro)
Melhor atriz (Cássia Kiss)

• Festival de Santo Domingo 2001 (República Dominicana)
Melhor ator (Rodrigo Santoro)

• Festival de Cartagena 2001 (Colômbia)
Melhor filme de diretor estreante
Melhor ator (Rodrigo Santoro)

• Festival Sesc Melhores Filmes 2001 (Brasil)
Melhor ator (Rodrigo Santoro)

• 6º Festival do Recife abril 2002 (Brasil)
Melhor filme 2001 (Júri Popular)

• Grande Prêmio Cinema Brasil 2002 (Brasil)
Melhor filme
Melhor direção (Laís Bodanzky)
Melhor roteiro (Luiz Bolognesi)
Melhor ator (Rodrigo Santoro)
Melhor trilha sonora
Melhor coadjuvante (Othon Bastos)
Melhor montagem

• Troféu APCA 2002 (Brasil)
Melhor filme
Melhor direção (Laís Bodansky)
Melhor roteiro (Luiz Bolognesi)
Melhor ator (Rodrigo Santoro)

• 1º Festival Iberoamericano de Cine "Cero Latitud" novembro 2003 (Quito, Equador)
Melhor ator (Rodrigo Santoro)



Curiosidades:
• O ator Rodrigo Santoro foi indicado à diretora Laís Bodanzky pelo ator Paulo Autran, que teve a oportunidade de ler o roteiro de Bicho de 7 Cabeças ainda antes do início das filmagens e que estava na época trabalhando com Santoro na minissérie da TV Globo "Hilda Furacão".

sábado, 3 de outubro de 2009

Barravento - 1961

 

Sinopse:

Numa aldeia de pescadores de xaréu, permanecem antigos cultos místicos ligados ao candomblé. A chegada de Firmino, antigo morador que se mudou para Salvador fugindo da pobreza, altera o panorama pacato do local, polarizando tensões. Firmino tem uma atração por Cota, mas não consegue esquecer Naína que, por sua vez, gosta de Aruã. Firmino encomenda um despacho contra Aruã, que não é atingido, ao contrário da aldeia que vê a rede arrebentada, impedindo o trabalho da pesca. Um pescador convence Aruã de pescar sem a rede, já que a sua castidade o faria um protegido de Iemanjá. Os pescadores são bem sucedidos na empreitada. Diante da sua derrota contra o misticismo, Firmino convence Cota a tirar a virgindade de Aruã, quebrando assim o encantamento religioso de que ele estaria investido por Iemanjá. Aruã sucumbe à tentação. Uma tempestade anuncia o "barravento", o momento de violência e transformações.

Ficha Técnica:
Título Original: Barravento
Gênero: Aventura
Duração: 80 min
Lançamento (Brasil): 1961
Estúdio: Iglu Filmes
Distribuição: Horus Filmes
Direção: Glauber Rocha
Roteiro: Glauber Rocha e José Telles de Magalhães
Produção: Rex Schindler e Braga Neto
Música: Washington Bruno (Canjiquinha) e Batatinha
Fotografia: Tony Rabatony
Edição: Nelson Pereira dos Santos

 Elenco:
Antonio Pitanga ........ Firmino
Luiza Maranhão ........ Cota
Lucy de Carvalho ........ Naína
Aldo Teixeira ........ Aruã
Lidio Silva ........ Mestre
Edmundo Albuquerque
Francisco dos Santos Brito
Hélio de Oliveira ........ (orientação de candomblés)
Antônio Carlos dos Santos
Milton Gaucho
Fred Júnior
Alair Liguori
Elio Moreno Lima
Jota Luna
Braga Netto
Rosalvo Plínio
Jose Teles
Flora Vasconcelos
Dona Zezé


Premiações:
• Melhor Diretor, Opera Prima, XIII Festival Internacional de Cinema de Karlovy Vary, Tchecoslováquia, 1962


Curiosidades :
• Baseado na idéia Original de Luiz Paulino dos Santos.

• Locações na Praia do Buraquinho, Itapoã e Vila Flamengo (Salvador,BA)

Bye Bye Brasil - 1979


Sinopse:

Salomé (Betty Faria), Lorde Cigano (José Wilker) e Andorinha são três artistas ambulantes que cruzam o país juntamente com a Caravana Rolidei, fazendo espetáculos para o setor mais humilde da população brasileira e que ainda não tem acesso à televisão. A eles se juntam o sanfoneiro Ciço (Fábio Junior) e sua esposa, Dasdô (Zaira Zambelli), com os quais a Caravana cruza a Amazônia até chegar a Brasília.

Ficha Técnica:
Título Original: Bye Bye Brasil
Gênero: Comédia
Duração: 105 min.
Lançamento (Brasil): 1979
Estúdio: Carnaval Unifilm / Gaumont / Aries Cinematográfica Argentina
Distribuição: Embrafilme
Direção: Cacá Diegues
Roteiro: Cacá Diegues e Leopoldo Serran
Produção: Luiz Carlos Barreto e Lucy Barreto
Música: Chico Buarque, Roberto Menescal e Dominguinhos
Fotografia: Lauro Escorel
Desenho de Produção: Marcos Altberg e Nair Tavares
Direção de arte: Anísio Medeiros
Edição: Mair Tavares


Elenco:
José Wilker ........ Lorde Cigano
Betty Faria ........ Salomé
Fábio Júnior ........ Ciço
Zaira Zambelli ........ Dasdô
Jofre Soares ........ Zé da Luz
José Maria Lima ........ assistente
Emmanuel Cavalcante ........ prefeito
Rinaldo Gines ........ chefe índio
Marieta Severo ........ assistente social
José Carlos Lacerda
Marcus Vinícius
Príncipe Nabor



Premiações:
• Festival de Cannes 1980 (França)
O filme foi indicado à Palma de Ouro.

• Festival de Havana 1980 (Cuba)
Venceu na categoria de Melhor Diretor.
Ganhou o Prêmio Coral Especial de Gênero de Ficção.


Curiosidades :
• A inovadora música-tema do filme, com o mesmo nome, foi composta e interpretada por Chico Buarque. Ainda hoje, passados tantos anos da realização do filme, continua a ser uma das mais tocadas composições de Chico, tanto na versão original, como na de outros cantores.

• O ator e cantor Fábio Júnior contraiu pneumonia durante as filmagens

Baixio das Bestas - 2007



Sinopse:

Auxiliadora (Mariah Teixeira) é uma jovem de 16 anos explorada e mantida dentro de casa pelo avô Heitor (Fernando Teixeira) em um pequeno povoado na Zona da Mata pernambucana. Durante algumas noites, o avô leva a garota ao posto de gasolina para expô-la nua a troco de alguns reais. Na cidade, Everardo (Matheus Nachtergaele) e Cícero (Caio Blat) promovem orgias violentas na casa de Dona Margarida (Conceição Camarotti), onde moram algumas prostitutas. As vidas de todos se entrelaçam em um drama sobre a condição da mulher naquela região.

Ficha Técnica:
Título original:Baixio das Bestas
Gênero:Drama
Duração:01 hs 20 min
Ano de lançamento:2007
Estúdio:Parabólica Brasil
Distribuidora:Imovision
Direção: Cláudio Assis
Roteiro:Júlia Moraes e Cláudio Assis
Produção:
Música:Pupillo
Fotografia:Walter Carvalho
Direção de arte:
figurino:Joana Gatis
Edição:Karen Harley
Efeitos especiais:


Elenco:
Mariah Teixeira ........ Auxiliadora
Fernando Teixeira ........ Seu Heitor
Caio Blat ......... Cícero
Matheus Nachtergaele ......... Everardo
Dira Paes ......... Bela
Marcélia Cartaxo ......... Ceiça
Hermila Guedes ......... Dora
Conceição Camarotti ......... Dona Margarida
João Ferreira ......... Mestre Mário
Irandhir Santos ......... Maninho
China ......... Cilinho
Samuel Vieira ......... Esdras

Premiações:
• Festival de Brasília
Ganhou os prêmios de melhor filme, melhor atriz (Mariah Teixeira), melhor ator coadjuvante (Irandhir Santos), melhor atriz coadjuvante (Dira Paes), melhor trilha sonora e o prêmio da crítica.


Curiosidades :
• É o 2º filme dirigido por Cláudio Assis. O anterior foi Amarelo Manga (2003). – As filmagens ocorreram entre janeiro e fevereiro de 2005, na cidade de Nazaré da Mata, em Pernambuco.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Bang-Bang - 1971



Sinopse:

Um bang-bang urbano em uma Boca do Lixo surreal representando o cinema experimental brasileiro da década de 70, Bang Bang é carregado de metáforas, surrealismo bizarro tupiniquim e uma dose certa (porém demasiada...) de alegorismo. Três bandidos ou três pistoleiros. Três criminosos um tanto estranhos. Um cego, um bacana embecado e o terceiro um travesti. Um cegueta com a sua bengala trombando em tudo e em todos. Um Bang Bang brasílis.


Ficha Técnica:
Título Original: Bang-Bang
Gênero: Policial
Duração: 93 min.
Lançamento (Brasil): 1971
Distribuição: Sobreimpressão Produção e Distribuição Filmes
Direção: Andrea Tonacci
Roteiro: Andrea Tonacci
Produção: Total Filmes e Sobreimpressão Produção e Distribuição Filmes
Música:
Fotografia: Thiago Veloso
Desenho de Produção: Andrea Tonacci e Milton Gontijo
Edição: Roman Stulbach

Elenco:
Ezequias Marques ........ Homem cego
Thales Penna ........ Mágico
Milton Gontijo........ Bêbado
Jura Otero ....... Dançarino
Abrahão Farc ....... Homem Gordo
Luís Otávio Madureira Horta ....... Servente
Antonio Naddeo ....... Motorista de Táxi
Paulo César Peréio ....... Personagem principal / Macaco
José Aurélio Vieira....... Drag Queen

Brasa Dormida - 1928


Sinopse:
Luís Soares, elegante jovem carioca, perde nas corridas de cavalo o dinheiro que lhe restava. Casualmente, lê um anúncio procurando pessoa para gerenciar uma usina de açúcar. Luís apresenta-se ao usineiro e é aceito para o cargo. Na ocasião, conhece Anita, filha do milionário, e um interesse mútuo surge entre eles. Já na usina, no interior de Minas Gerais, Luís mostra-se eficiente e trabalhador. Seu principal colaborador é Máximo, enteado de Pedro Bento - ex-gerente da usina, despedido por incompetência -, sistematicamente maltratado pelo padrasto.

O usineiro e a filha vão passar uma temporada na fazenda e as relações entre Luís e Anita aprofundam-se. Há idílios campestres observados de longe por Pedro Bento, que é visto escrevendo sem parar misteriosas cartas. O usineiro recebe cartas anônimas denunciando o namoro da filha com Luís; como não conhece a família do rapaz, veta qualquer idéia de casamento e resolve levar Anita de volta para o Rio de Janeiro.

Luís e Máximo vão à capital no dia do aniversário de Anita. Aproveitando a ausência de Luís, Pedro Bento dinamita a chaminé da usina. Luís e Pedro Bento discutem e lutam à beira dos tanques de melado fervente. Durante a briga, Pedro Bento cai na caldeira de melado e morre afogado.

O usineiro descobre que Luís é filho de um velho colega e amigo seu. Anita e Luís casam-se e partem em lua-de-mel.

Este filme é um dos grandes clássicos da época do cinema mudo brasileiro.


Ficha Técnica:
Título Original: Brasa Dormida
Gênero: Drama
Duração: 120min.
Lançamento (Brasil): 1928
Distribuição: Universal Pictures do Brasil
Direção: Humberto Mauro
Roteiro: Humberto Mauro
Produção: Agenor Cortes de Barros
Produtor Associado: Homero Cortes Domingues
Gerente de produção: Antenor Cortes Barros
Co-produção: Phebo Brasil Filme
Fotografia: Edgar Brasil
Câmera: Pascoal Ciodaro
Cenografia: Humberto Mauro
Montagem: Humberto Mauro
Letreiros: Sílvio de Figueiredo



Elenco:
Nita Ney ........Anita Silva
Luiz Soroa ........Luis Soares
Máximo Serrano ........Máximo
Pedro Fantol ........Pedro Bento
Rozendo Franco ........Empregado antigo)
Côrte Real ........Sr. Carlos Silva
Pascoal Ciodaro ........Amigo de Carlos Augusto Barros
Haroldo Mauro .......Torcedor do Jockey Club
Juca de Godoy ........Torcedor do Jockey Club
Bruno Mauro
Ben Nill
Lelita Rosa
Carmem Violeta
Silvio Schnoor
Chico Soroa
João Pacheco



Curiosidades:
• A revista Cinearte de maio de 1928 anuncia que Nita Ney substituiu Thamar Moema por motivo de doença.

• Outro título: Braza Dormida.

• Locações em Cataguases e Rio de Janeiro.

• Exibido em Belo Horizonte a 17.04, no Glória e a 20.04.1929, no Floresta. Exibido em Ponte Nova - MG, no Palácio, sem especificações de datas, segundo Cinearte de 07.08.1929. Exibido em Juiz de Fora - MG, no Ideal, segundo Cinearte de 11.09.1929. Exibido em São Paulo de 03 a 04.04.1929, no República; de 06 a 07.04, no Avenida; a 07.04, no São Pedro; de 09 a 10.04, no Santa Helena e no Coliseu; de 11 a 12.04, no Triângulo e no Olímpia; de 13 a 14.04, no Cambuci; a 16.04, no Central e no Paraíso; de 17 a 18.04, no São Paulo; de 19 a 20.04, no Marconi; a 23.04, no Espéria; de 26 a 27.04, no Colombinho; a 02 e 04.05, no Fênix; a 07.05, no São José e no Moderno; a 22.05, no Glória; e de 19 a 20.09, no América.