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sábado, 7 de novembro de 2009

Socorro Nobre


Sinopse:

A história de uma presidiária pobre que, comovida pela obra do artista plástico Frans Kracjberg, resolveu escrever-lhe cartas da prisão. Premiado filme do diretor de 'Central do Brasil'.

Ficha Técnica:
Titulo: Socorro Nobre
Gênero Documentário
Duração: 23 min
Bitola: 35 mm
Ano de Lançamento: 1995
Distribuição:
Direção: Walter Salles

domingo, 18 de outubro de 2009

500 Almas

Sinopse:


Documentário que discute o delicado processo de reconstrução da memória e da identidade dos índios Guató, tribo nômade dada como extinta. Num recenseamento realizado pelo Império no século 19, a tribo, do Pantanal, somavam 500 pessoas. Hoje, o número permanece mais ou menos o mesmo, mas muitos deles estão aculturados, vivendo na periferia das cidades pantaneiras. O número dos que ainda falam a língua nativa não chega a trinta.

Ficha Técnica:
Título Original: 500 Almas
Gênero: Documentário
Duração: 109 min.
Ano de Lançamento: 2005
Lançamento Comercial(estréia): 29/09/2006
Estúdio: Grifa Cinematográfica
Distribuição: Riofilme
Direção: Joel Pizzini
Roteiro: Joel Pizzini
Produção: Fernando Dias e Maurício Dias
Música: Lívio Tragtenberg
Fotografia: Mário Carneiro
Edição: Idê Lacreta

Elenco:
Paulo José
Matheus Nachtergaele ...... narração

Premiações:
• Festival de Brasilia, DF, 2006
Melhor Fotografia,
Melhor Edição,
Melhor Trilha Sonora

• Premio Margarida de Prata de Melhor Longa-metragem, concedido pelo CNBB.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Maria Bethânia - Pedrinha de Aruanda

Sinopse:


Documentário intimista sobre a cantora Maria Bethânia, vista nos bastidores de um show, seguindo seus rituais religiosos para entrada em cena, em conversas com seus parentes, como o irmão Caetano Veloso e a mãe, dona Canô, cantando em família e explorando caminhos secretos de sua infância em sua cidade natal, Santo Amaro da Purificação, no estado da Bahia.

Ficha Técnica:
Título Original: Maria Bethânia - Pedrinha de Aruanda
Gênero: Documentário
Duração: 61 min
Ano de Lançamento Brasil: 2006
Distribuição: Filmes do Estação
Direção: Andrucha Waddington
Roteiro: Maria Bethânia, Andrucha Waddington e Sérgio Mekler
Produção: Andrucha Waddington
Co-produção: Quitanda Produções e Conspiração Filmes
Música: Jaime Alem
Fotografia: Ricardo Della Rosa, Flávio Zangrandi, Dudu Miranda e Fábio Sagattio
Edição: Sérgio Mekler e Quito Ribeiro

Elenco:
Maria Bethânia
Caetano Veloso
Dona Canô
Jaime Alem


Curiosidades:

• Foi a própria Maria Bethânia quem convidou o diretor Andrucha Waddington a registrar os festejos de seu aniversário de 60 anos. O convite ocorreu apenas um dia antes do show, o que fez com que fosse necessário fechar uma equipe de filmagem às pressas.

• As filmagens de Maria Bethânia - Pedrinha de Aruanda duraram apenas 4 dias.

• Estreou nos cinemas em 14 de setembro de 2007, no mesmo fim de semana em que Dona Canô completa 100 anos.

• O orçamento de Maria Bethânia - Pedrinha de Aruanda foi de R$ 400 mil.

Viva São João

Sinopse:


Durante a turnê do cantor Gilberto Gil pelas festas juninas do Nordeste e Sudeste em 2001 vários personagens, cantores e pessoas do público local são entrevistadas, fazendo sempre um paralelo sobre a história das festas de São João e sua importância para a comunidade local.

Ficha Técnica:
Título Original: Viva São João
Gênero: Documentário
Duração: 90 min.
Ano de Lançamento: 2002
Lançamento Comercial (Estréia): 14/08/2002
Distribuição: Columbia TriStar do Brasil
Direção: Andrucha Waddington
Roteiro: Emílio Domingos, Andrucha Waddington e Quito Ribeiro
Produção: Lula Buarque de Hollanda, Flora Gil, Leonardo Monteiro de Barros e Andrucha Waddington
Co-produção: Conspiração Filmes e Gege Produções
Fotografia: Marcelo Durst
Edição: Quito Ribeiro

Elenco:
Gilberto Gil
Dominguinhos
Marinês
Alceu Valença
Chiquinha Gonzaga
Sivuca
Targino Gondim
Elba Ramalho
Alexandre Pires
Margareth Menezes

Premiações:
• VI Festival do Recife de Cinema Brasileiro, Recife, PE, 2002
Melhor Direção

Curiosidades:
• Um avião Bandeirantes foi fretado pela equipe de produção de Viva São João para que as filmagens pudessem ocorrer em 19 cidades diferentes e em apenas 15 dias.

• Grande parte da trilha sonora de Viva São João é composta por músicas de Luiz Gonzaga.

• Viva São João é a 2ª parceria entre o diretor Andrucha Waddington e Gilberto Gil no cinema. Os dois já haviam trabalhado juntos em Eu Tu Eles.

• O orçamento de Viva São João foi de R$ 1,5 milhão.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Grupo Corpo 30 Anos - Uma Família Brasileira

Sinopse:


Em 2005, para comemorar 30 anos de fundação, o Grupo Corpo - uma das mais célebres companhias de dança do país – criou o espetáculo Onqotô, com música de Caetano Veloso e José Miguel Wisnik. Ao longo de 58 horas de material filmado, o documentário acompanha a criação do espetáculo e suas turnês. Depoimentos de artistas e críticos de vários países e inserções de trabalhos marcantes traçam um painel evolutivo e atestam a criatividade, o vigor e a brasilidade do Grupo Corpo, uma companhia de cunho familiar e reconhecimento internacional.

Ficha Técnica:
Título Original: Grupo Corpo 30 Anos - Uma Família Brasileira
Gênero: Documentário
Duração: 78 min
Ano de Lançamento: 2006
Lançamento Comercial (Estréia): 15/11/2007
Distribuição: Riofilme
Direção: Fábio Barreto e Marcelo Santiago
Roteiro:
Produção: Lucy Barreto e Luiz Carlos Barreto
Co-produção: LC Barreto & Filmes do Equador, NFilmes, Beck Studios
Fotografia: Dudu Miranda
Edição: André Rangel

Elenco:

.....

Curiosidades:
• O Grupo Corpo completou 30 anos em 2005, dois anos antes do lançamento deste documentário nos cinemas.

• Grupo Corpo 30 Anos - Uma Família Brasileira é o resultado de um ano e meio de trabalho e 58 hs de material filmado.

• Durante 3 meses foi registrado o processo de criação do espetáculo Ongotô e sua turnê pelo Brasil e exterior.

• Foi exibido na Mostra Premiér Brasil ,Festival do Rio 2007

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

A Paixão Segundo Callado - 2008

Sinopse:


O documentário A paixão segundo Callado relembra a trajetória de vida de Antonio Callado, um dos maiores escritores brasileiros. Na busca em desvendar sua obra, o filme mescla depoimentos de amigos e conhecedores do universo literário do escritor. A obra jornalística e literária de Callado - conforme afirmam no filme Carlos Heitor Cony, Fernanda Montenegro, Moacyr Werneck de Castro, Frei Betto, Ferreira Gullar, João Ubaldo, Villas Bôas Corrêa, entre outros - permanece como uma incursão ao Brasil real e ao desejo daquilo que o país ainda pode ser.

Ficha Técnica:
Título Original: A Paixão Segundo Callado
Gênero: Documentário
Duração: 57min
Lançamento no Brasil: 2008
Direção: José Joffily
Roteiro: Regina Zappa
Música: João Callado
Fotografia: Pedro Urano
Edição: Pedro Bronz

Elenco:
Carlos Heitor Cony
Fernanda Montenegro
Moacyr Werneck de Castro
Frei Betto
Ferreira Gullar
João Ubaldo
Villas Bôas Corrêa

Vocação do poder - 2005



Sinopse:

A equipe do documentário acompanha a campanha realizada por seis candidatos ao cargo de vereador da cidade do Rio de Janeiro, durante as eleições municipais de 2004. A produção traça um panorama das ações de cada candidato durante todo o processo eleitoral.

Ficha Técnica:
Título Original: Vocação do Poder
País de Origem: Brasil
Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 110 minutos
Ano de Lançamento: 2005
Estréia no Brasil: 09/12/2005
Estúdio/Distrib.: Vídeo Filmes
Direção: Eduardo Escorel , José Joffily

Elenco:
André Luiz Filho
Antônio Pedro Figueira Mello
Carlos Caiado
Felipe Santa Cruz
MC Geléia
Márcia Teixeira

O Chamado de Deus - 2001

Sinopse:

Seis jovens vocacionados revelam como se decidiram pela vida religiosa. Três deles hoje são seminaristas da Igreja Católica e se preparam para se tornar padres em breve, espalhando a fé cristã junto a população. Já os demais seguiram também a linha da religiosidade, mas atuam mais próximo à Teologia da Libertação, que prega que é preciso se inserir na realidade dos fiéis para ajudar a concretizar seus anseios e ideais.

Ficha Técnica:
Título Original: O Chamado de Deus
Gênero: Documentário
Duração: 80 min.
Ano de Lançamento: 2001
Lançamento Comercial (Estréia) 01/04/2001
Distribuição: Riofilme
Direção: José Joffily
Produção: José Joffily
Música: David Tygel
Fotografia: Antônio Luís Mendes, Guy Gonçalves, Luís Abramo, Marcelo Duarte e Nonato Estrela
Edição: Eduardo Escorel

Elenco:
.....

Prêmios:
Recebeu uma “ indicação” ao Grande Prêmio BR de Cinema, na categoria de Melhor Documentário.

• Festival de Brasília - 2001
Melhor Documentário
Melhor Montagem

1983 O Ano Azul - 2008

Sinopse:


11 de dezembro de 1983. Após 80 anos de sua fundação, o Grêmio Futebol Porto-Alegrense conquistou a taça mais importante de sua história: o título do Mundial Interclubes disputado no Japão contra o Hamburgo. O documentário revive os momentos que antecederam a conquista, a campanha na Libertadores da América, as desavenças internas, além de uma longa entrevista com Renato Gaúcho, o melhor jogador do elenco, autor do cruzamento que terminaria em gol de César na final da competição sul-americana, e os dois tentos na decisão do Mundial


Ficha Técnica:
Título Original: 1983: O Ano Azul
Gênero: Documentário
Duração:
Lançamento no Brasil: 2008
Lançamento Comercial (Estréia): 05/06/2009
Distribuição:
Direção: Carlos Gerbase e Augusto Mallmann
Assistente de direção: Gisele Farensi
Roteiro: Gustavo Fogaça e Carlos Gerbase
Supervisão geral: César Pacheco
Produção executiva: Luciana Tomasi
Direção de produção: Paula Gastaud de Oliveira
Co-produção: Grêmio Futebol Porto-Alegrense, Vortex Vídeo Produções
Música: Marcelo Fornazier, Régis Sam e Bruno Suman
Som: Rafael Rodrigues
Fotografia: Carlos Alberto Mattos e Edu Izquierdo
Direção de Arte: Fabrício Barros
Edição: Bruno Carvalho
Pesquisa: Fred Ruas

Elenco:
Fábio Koff
Valdir Espinosa
Ithon Fritzen
Antônio Carlos Verardi
Mauro Rosito
Alvaci "Banha" Almeida
Geraldo "Mazaropi" Pereira de Matos Filho
Jorge Baidek
Hugo De Leon
Henrique "China" Valmir da Conceição
Oswaldo
Mário Sérgio
Renato "Gaucho" Portaluppi
José Tarciso de Sousa
Mário Sérgio Pontes de Paiva

Curiosidades:
• O time do Grêmio Futebol Porto-Alegrense em no dia 11 de dezembro de 1983, meio-dia no Japão, meia-noite em Porto Alegre, foi Mazaropi; Paulo Roberto, Baidek, De León e Paulo César Magalhães; China, Oswaldo e Paulo César Lima; Renato, Tarciso e Mário Sérgio. Suplentes: Beto, Leandro, Casemiro, Tonho, Bonamigo, César e Caio

• A história é contada através de seus protagonistas – jogadores, dirigentes e integrantes da equipe técnica - entrevistados em 2007 e 2008.

• Alguns dos entrevistados são ícones do clube, como o presidente Fábio Koff, o treinador Valdir Espinosa e os atletas Renato Portaluppi, Hugo De León, China, Mazaropi e Tarciso.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Moscou


Sinopse:

O Grupo Galpão e o diretor Enrique Diaz enfrentaram o desafio de montar, em apenas três semanas, a peça As Três Irmãs, de Anton Tchekcov. Eduardo Coutinho acompanhou essa experiência, registrando fragmentos de workshops, improvisações e ensaios de uma peça que não teve e nem terá estréia. Os atores só tomaram conhecimento do texto no dia da filmagem e aceitaram a proposta. O interesse maior era registrar a experiência e não o resultado final. A peça As Três Irmãs relata a história de Olga, Maria e Irina que, sem perspectivas de vida na província, sonham em voltar para Moscou.

Ficha Técnica:
Título Original: Moscou
Gênero: Documentário
Duração: 80 minutos
Lançamento (Brasil): 2009
Lançamento Comercial (Estreia) 24/07/2009
Distribuição: VideoFilmes
Direção: Eduardo Coutinho
Assistente de Direção: Ernesto Piccolo
Produção: João Moreira Salles, Mauricio Andrade Ramos, Guilherme Cezar Coelho
Coordenação de Produção: Carol Benevides
Direção de produção: Beth Pessoa
Co-produção:
Som: Valéria Ferro
Fotografia: Jacques Cheuiche
Câmera: Alberto Bellezia, Jacques Cheuiche
Edição: Jordana Berg
Direção teatral: Enrique Diaz


Elenco:
Antonio Edson
Arildo de Barros
Beto Franco
Chico Pelúcio
Eduardo Moreira
Fernanda Vianna
Inês Peixoto
Júlio Maciel
Lydia del Picchia
Paulo André
Rodolfo Vaz
Simone Ordones
Teuda Bara

Curiosidades:
• Foi exibido na 14º edição do festival É TUDO VERDADE, 2009

Jogo de Cena


Sinopse:
Atendendo a um anúncio de jornal, oitenta e três mulheres contaram suas histórias de vida num estúdio. Em junho de 2006, vinte e três delas foram selecionadas e filmadas no Teatro Glauce Rocha. Em setembro do mesmo ano, atrizes interpretaram, a seu modo, as histórias contadas pelas personagens escolhidas. O que está em discussão é o caráter da representação. Neste filme, o jogo a ser jogado inclui pelo menos três camadas de representação: primeiro, personagens reais falam de sua própria vida; segundo, estas personagens se tornam modelos a desafiar atrizes; e, por fim, algumas atrizes jogam o jogo de falar de sua vida real.

Ficha Técnica:
Título Original: Jogo de Cena
Gênero: Documentário
Duração: 105 min.
Lançamento no Brasil: 2007
Lançamento Comercial (Estreia) : 09/11/2007
Distribuição: Videofilmes
Direção: Eduardo Coutinho
Roteiro: Maurie Capovilla
Produção: Raquel Freire Zangrandi e Bia Almeida
Co-produção: Videofilmes e Matizar
Fotografia: Jacques Cheuiche
Edição: Jordana Berg

Elenco:
Marília Pêra
Andréa Beltrão
Fernanda Torres
Aleta Gomes Vieira
Claudiléa Cerqueira de Lemos
Débora Almeida
Gisele Alves Moura
Jeckie Brown
Lana Guelero
Maria de Fátima Barbosa
Marina D'Elia
Mary Sheyla
Sarita Houli Brumer


Prêmios:
• Festival SESC de Melhores Filmes, SP, 2008
Melhor Filme de 2007

• Festival Internacional de Punta Del Leste, 2007
Melhor Documentário

• Prêmio ACIE – Associação dos críticos de Imprensa Estrangeira, 2008

• Premio APCA - Associação de Críticos de Artes, SP 2008.

Curiosidades:
• É o 10º longa-metragem dirigido por Eduardo Coutinho.

• Exibido na mostra Première Brasil, no Festival do Rio 2007.

O Fim e o Princípio


Sinopse:

Sem pesquisa prévia, sem personagens, locações nem temas definidos, uma equipe de cinema chega ao sertão da Paraíba em busca de pessoas que tenham histórias pra contar. No município de São João do Rio do Peixe, o filme descobre o Sítio Araçás, uma comunidade rural onde vivem 86 famílias, a maioria ligada por laços de parentesco. Graças à mediação de uma jovem de Araçás, os moradeores - na maioria idosos - contam sua vida, marcada pelo catolicismo popular, pela hierarquia, pelo senso de família e de honra - um mundo em vias de desaparecimento.

Ficha Técnica:
Título Original: O Fim e o Princípio
País de Origem: Brasil
Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 101 minutos
Lançamento no Brasil: 2005
Lançamento Comercial (estréia): 18/11/2005
Estúdio/Distrib.: Videofilmes
Direção: Eduardo Coutinho

Peões

Sinopse:


Documentário que mostra a história pessoal de trabalhadores anônimos que se envolveram no movimento grevista, em 1979 e 1980, na região metalúrgica do ABC (Grande São Paulo), ao lado de pessoas que se tornaram líderes, como o presidente Lula. Aqui, Coutinho dá voz e mostra o rosto de pessoas que não seguiram a carreira política, nem se destacaram de outra forma, continuando tão anônimos quanto naquela época, mas que, de alguma forma, ficaram eternamente marcados pelos movimentos grevistas da época. Eles exibem lembranças da greve, recordam os sofrimentos e recompensas do trabalho nas fábricas e falam sobre sua visão pessoal em relação a Lula.

Ficha Técnica:
Título Original: Peões
País de Origem: Brasil
Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 85 minutos
Lançamento no Brasil: 2004
Lançamento Comercial (estréia): 26/11/2004
Estúdio/Distribuidora.: Vídeofilmes
Direção: Eduardo Coutinho
Co produção: Vídeofilmes
Direção de Produção Beth Formaggini

Elenco:
Maria Socorro Morais Alves ........ O Própria
José Alves Bezerra ........ O Próprio
Zacarias Feitosa de Morais ........ O Próprio

Prêmios:
• XXXVII Festival de Brasília do cinema Brasileiro, DF, 2004
Melhor Filme (júri Oficial)

• II Festival de Cinema de Campo Grande, MS,2005
Melhor Filme (júri Oficial)

Babilônia 2000


Sinopse:

Na manhã do último dia de 1999, uma equipe de filmagens sobe o Morro da Babilônia, no Rio de Janeiro. Lá existem duas favelas, Chapéu Mangueira e Babilônia, as únicas situadas na orla de Copacabana e cujos moradores podem acompanhar ao vivo o reveillon de Copacabana. Durante 12 horas, as câmeras da equipe de filmagens acompanham os preparativos locais para o reveillon, assim como ouve os moradores locais a fim de saber as expectativas deles para o ano 2000 e para que possam fazer um balanço de suas vidas.

Ficha Técnica:
Título Original: Babilônia 2000
Gênero: Documentário
Duração: 90 min.
Lançamento  no Brasil: 2001
Lançamento Comercial (estréia) : 06/01/2001
Estúdio: VideoFilmes / CECIP
Distribuição: Riofilme
Direção: Eduardo Coutinho
Produção: Donald K. Ranvaud e Eduardo Coutinho
Desenho de Produção: Beth Formaggini
Edição: Jordana Berg

Elenco:

.........

Prêmios:
• V Festival de cinema de Recife, PE, 2001
Melhor fotografia – Jacques Cheuiche , Daniel Coutinho, Eduardo Coutinho, Geraldo Pereira
Melhor Som – Paulo Ricardo Nunes e Ivan da Silva)

• Premio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte,SP 2001
Melhor documentário

• III Festival de Cinéma de Brésilien de Paris, França ,2001
Melhor Filme (voto Popular)

• VI Festival Internacional de Documentarios, SP 2001
Menção especial do júri é tudo verdade

Curiosidades:
• Foram quatro diretores de filmagem e cinco fotógrafos.
• além do dia 31, foi filmado também na manhã do dia 3 de janeiro, primeiro dia útil do ano.

Santo Forte

Sinopse:

Em 5 de outubro de 1997 uma equipe de cinema entra na favela Vila Parque da Cidade, situada na Gávea, zona sul do Rio de Janeiro. Os moradores assistem à missa celebrada pelo Papa no Aterro do Flamengo. Em dezembro, a equipe volta à favela para descobrir como seus moradores vivem a experiência religiosa. Católicos, espíritas ou evangélicos, todos eles têm em comum a crença numa comunicação. direta com o mundo sobrenatural através da intervenção, em seu cotidiano, de santos, orixás, guias, ou do Espírito Santo. O filme termina em 24 de dezembro, quando alguns personagens celebram, cada um a seu modo, o Natal.

Ficha Técnica:
Título Original: Santo Forte
Gênero: Documentário
Duração: 80 min.
Lançamento no Brasil: 1999
Estúdio: CECIP - Centro de Criação de Imagem Popular
Distribuição: Riofilme
Direção: Eduardo Coutinho
Produção: Claudius Ceccon, Dinah Frotté e Elcimar de Oliveira
Fotografia: Luis Felipe Sá e Fabian Silbert
Desenho de Produção: Cláudia Braga
Pesquisa e Consultoria: Patrícia Guimarães
Edição: Jordana Berg

Elenco:
Eduardo Coutinho
Patrícia Guimarães

Prêmios :
•  ''indicação'' ao Grande Prêmio Cinema Brasil, na categoria de Melhor Filme (apenas indicação).

• XXVIII Festival de Gamado.
Prêmio Especial do Júri,

• Cinema Latino e Brasileiro,RS 1999
Melhor filme,
Melhor Roteiro,
Melhor montagem

• XXXII Festival do Cinema Brasileiro de Brasilia, 1999
Premio da critica.

• CNBB 1999.
Prêmio Margarida de Prata

Curiosidades:

• Foi exibido na Mostra Première Brasil do Festival do Rio 1999.

Edificil Master


Sinopse:
Durante sete dias, uma equipe de cinema filmou o cotidiano dos moradores do Edifício Master, situado em Copacabana, a um quarteirão da praia. O prédio tem 12 andares e 23 apartamentos por andar. Ao todo são 276 apartamentos conjugados, onde moram cerca de 500 pessoas. Eduardo Coutinho e sua equipe entrevistaram 37 moradores e conseguiram extrair histórias íntimas e reveladoras de suas vidas.

Ficha Técnica:
Título Original: Edifício Master
Gênero: Documentário
Duração: 110 min.
Lançamento no Brasil: 2002
Lançamento Comercial (estréia) : 22/11/2002
Estúdio: Videofilmes
Distribuição: Riofilme
Direção: Eduardo Coutinho
Produção: Maurício Andrade Ramos e João Moreira Salles
Diretora de Produção Beth Formagini
Co-produção vídeo Filmes Produções Artísticas
Fotografia: Jacques Cheuiche
Edição: Jordana Berg
Pesquisa: Consuelo Lins, Cristina Grumbach, Daniel Coutinho,Eliska Altman e Geraldo Pereira

Elenco:
........

Prêmios :
• Festival de Gramado 2002
Melhor documentário.

• Grande Prêmio Cinema Brasil 2003
Melhor documentário,
Melhor diretor,
Melhor roteiro original.

• Festival de Havana 2003
Melhor documentário.

• Margarida de Prata 2003
Melhor documentário

• Troféu APCA 2003
Melhor documentário

• Mostra Internacional de Cinema São Paulo 2002
Prêmio da crítica de melhor documentário.








Curiosidades:
• O filme teve apenas 7 cópias e um publico de 86.483 pessoas.

Critica:
Edifício Master é um sopro de vida para o olhar do espectador e para a própria rede de imaginários da obra de Coutinho. Seus preceitos mais importantes, como a descrença no desvelamento de uma realidade, ou construção de um discurso de verdade objetiva, ressurgem revigorados nas vozes daquele novo espaço.

Nunca se tratando de um filme sobre A classe-média, Edifício Master, ao expandir o olhar de Coutinho para além dos clichês dos marginalizados, reintroduz seu cinema em sua energia mais marcante: a criação de um ritual de efemeridades discursivas, fragmentos vivos de humanidades em ebulição. A aproximação das humanidades através da diferença, o diálogo imagético com aqueles corredores de inúmeras portas que insinuam a multiplicação infinita de discursos.

Coutinho reincorpora com força total sua descrença na capturação das essências, costurando expressões que vão da emoção intuitiva (o choro de algumas personagens) a verdadeiras perfomances para a câmera. Para o cinema de Eduardo Coutinho não existe Verdade estática, apenas a Verdade do evento, da performance viva. O homem que canta My Way, a mulher que conta sobre um assalto, o discurso pseudo-institucional do síndico...todas essas vozes se emaranham e projetam na tela os rastros cinematográficos daquelas pessoas.

Vozes dissonantes se sucedem, da garota de programa à espanhola puritana, suas vozes não representam um objeto único, mas um exercício contínuo de interação. A pesquisa realizada por Consuelo Lins demonstra a importância dessa meticulosa metodologia do diretor, que começa pelo delineamento espaço-temporal restrito de sua interação. Para Coutinho não interessa descobrir, mapear, descrever – seu cinema se faz no encontro fortuito da urbanidade multi-discursiva. Como ele mesmo diz, ou se faz uma pesquisa de 7, 8 anos num lugar, ou joga-se quase cru sobre aquele espaço – o meio termo não existe, tem de ser 8 ou 80...
Como não lhe interessa ficar 8 anos pesquisando um espaço, acumulados todos os perigos que isso pode trazer, Coutinho opta pelo emergencial, pelo abrupto. E faz questão que seu filme registre justamente isto, esse evento especial que é o do encontro – o objeto de Edifício Master não são aquelas pessoas, mas o encontro daquele "fantasma" Coutinho com a voz e os gestos de seus personagens.

Mais uma obra-prima do diretor que vem mostrar que, muito além de "cagador de regras", como muitas vezes é acusado por diretores menos rigorosos, Coutinho é um metódico e técnico catalizador de imagens, que sabe se utilizar até mesmo de sua aparência de "bom velhinho" (como disse certa vez) para construir verdadeiras odes da precisão e do acaso. A Precisão e o Acaso, essas são as forças criativas que Coutinho sabe amalgamar como ninguém, não por um dom, mas por uma Ética criativa que vai muito além das estereotipias morais do "cuidado com o outro". A "Ética de Coutinho" é uma prática estética, um conjunto de postulados concretos, de princípios estéticos, que se conjugam geometricamente, produzindo uma atmosfera única.

A sensação de vida presente em Edifício Master se dá justamente porque o diretor não tenta captar a essência daquele espaço através do que seria um cotidiano comum ao disperso conceito de "classe média", mas se lança nas expressões verbalizadas e na gestualidade de seus personagens, fazendo-os únicos. Cada um deles, como um contador das histórias de si mesmo, transformam o filme num registro estético seminal da vida urbana brasileira: seus contrastes, suas semelhanças internas, seus aprisionamentos e liberdades. Uma vasta rede de práticas imaginárias pulsam descompassadas, e criam o ritmo do filme.

O Edifício Master não sintetiza todos os prédios, todas as cidades, toda a classe média...ele se expande, ele se insinua, ele se esboça. Funciona como um rastro de identificações e divergências, que conseguem incluir o espectador num amplo jogo de vozes e vontades. Sem que seja preciso se sentir um igual. É através da diferença que o Edifício Master, em Copacabana, no Rio de Janeiro, se faz igual. Igual e completamente diferente (num mesmo movimento) de todos os outros edifícios que possamos imaginar. Uma lição de dramaturgia. Uma lição de cinema.

(Texto: Felipe Bragança / Conta Campo)

O Milagre de Sta Luzia - 2009


Sinopse:

O Milagre de Sta Luzia é uma viagem pelo Brasil que toca sanfona conduzida por Dominguinhos, principal sanfoneiro vivo do país. Entre encontros acompanhados de muita música e reunindo depoimentos dos mais representativos sanfoneiros brasileiros, o filme faz um mapeamento cultural das diferentes regiões do país onde a sanfona se estabeleceu. A película guarda preciosos registros de importantes personalidades da música popular brasileira, como o poeta Patativa do Assaré, Sivuca e Mário Zan, falecidos pouco tempo depois de sua participação no filme.

Ficha Técnica:
Título Original: O Milagre de Sta Luzia
Gênero: Documentário
Duração: 104 min.
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição: Miração Filmes
Direção: Sérgio Roizenblit
Roteiro: Sérgio Roizenblit
Direção de produção: Marilia Alvarez
Produtor associado: Fernando Fraiha
Assistentes de produção: Mariana Trevas, Rosemere Gonçalves Mendonça, Bruno Pontes, Thiago Barreto, Claudia Alcântara
Consultoria e pesquisa: Myriam Taubkin
Co-produção: Miração Filmes
Som: Pedro Noizyman
Som direto: João Godoy, René Brasil, Thiago Bittencourt
Fotografia: Sérgio Roizenblit, Rinaldo Martinucci

Elenco:
João Miguel ........ narração
Rochelle Hudson ....... narração
Dominguinhos
Patativa do Assaré
Arlindo dos Oito Baixos
Hélder Vasconcelos
Joquinha Gonzaga
Camarão
Genaro
Pinto do Acordeon
Dino Rocha
Elias Filho
Renato Borghetti
Thelmo de Lima Freitas
Ricardo Arenhaldt
Edson Dutra
Luiz Carlos Borges
Luciano Maia
Júlio Rizzo
Gilberto Monteiro
Bagre Fagundes
Oscar dos Reis
Mario Zan
Oswaldinho do Acordeon
Toninho Ferragutti
Gabriel Levy
Raimundo Campos
Sivuca


Prêmios e Indicações:
• 41º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
vencedor do Candango de Melhor Trilha Sonora e o Prêmio Vagalume de Melhor Filme.



Curiosidades:
• O documentário marca a estreia de Sérgio Roizenblit na direção de um longa-metragem. Roizenblit é diretor dos vídeos Violões do Brasil, Violeiros do Brasil e O Brasil da Sanfona, do Projeto Memória Brasileira, de Myriam Taubkin, lançados em DVD.

• O filme é baseado em O Brasil da Sanfona, do Projeto Memória Brasileira, de Myriam Taubkin.

• Há mais de trinta anos sem viajar de avião, Dominguinhos conduz sua caminhonete pelas diversas regiões onde a sanfona ganhou destaque e onde surgiram seus maiores intérpretes. O longa busca compreender o universo do instrumento em cada uma dessas localidades: o nordestino e sua saga de retirante, a partida e o desejo de um dia voltar; o pantaneiro e sua atitude contemplativa, conectada ao tempo da natureza; o gaúcho e sua ode às tradições, o orgulho pela terra natal; e o paulista que, dividido entre a cultura caipira tradicional e o cosmopolitismo da metrópole, cria um estilo no qual todas as tradições estão presentes.

• O título do filme – O Milagre de Sta Luzia — presta uma homenagem a Luiz Gonzaga, que nasceu no dia da santa, 13 de dezembro, e foi batizado com seu nome. A homenagem se justifica pelo trabalho do “Rei do Baião”, cujo sucesso abriu as portas para a existência de uma cultura regional dentro da indústria cultural no País. Também de homenagem ao pernambucano são os versos recitados pelo poeta Patativa do Assaré, em entrevista concedida a Roizenblit.

• A ideia da realização do documentário nasceu há cerca de dez anos, quando o diretor participou do Projeto Memória Brasileira, de Myriam Taubkin. Sérgio Roizenblit dirigiu os vídeos-cenários de O Brasil da Sanfona, série de shows realizados pelo SESC/SP, em 2001, e posteriormente (2003) lançada em DVD, com a inclusão de depoimentos de sanfoneiros e poetas brasileiros.

• A maioria dos depoimentos do filme foi captada ao longo do ano de 2006, mas conta com entrevistas gravadas em 2001, como a de Patativa do Assaré. A equipe percorreu o Brasil, passando pelos Estados de Pernambuco (cidades de Exu, Serrita e Recife); Paraíba (João Pessoa), Mato Grosso do Sul (Barra Mansa), Rio Grande do Sul (Porto Alegre, Bagé e Santana do Livramento), Minas Gerais (Serra dos Aimorés e Turmalina) e São Paulo (São Paulo).

• O poeta Patativa do Assaré (Antonio Gonçalves da Silva, 1909-2002), Sivuca (Severino Dias de Oliveira, 1930-2006) e Mário Zan (Mario Giovanni Zandomeneghi, 1920-2006), falecidos pouco tempo depois de sua participação no filme.

• José Domingos de Moraes, o Dominguinhos, nasceu em Garanhuns, Pernambuco, em 1941. Aos 6 anos de idade, começou a tocar, com dois irmãos, em feiras livres e portas de hotéis do interior de Pernambuco.

• Seu pai, mestre Chicão, foi um famoso tocador e afinador de foles de oito baixos que ainda criança, aos 8 anos de idade, conheceu Luiz Gonzaga na porta de um hotel em que este se apresentava com o trio "Os Três Pinguins" (formado por ele e mais dois irmãos). Luiz Gonzaga acabou se tornando o padrinho artístico de mestre Chicão. Em 1954, Dominguinhos mudou-se para o Rio de Janeiro, indo morar com o pai e o irmão mais velho no município de Nilópolis, na Baixada Fluminense. Nessa ocasião, recebeu do padrinho Luiz Gonzaga uma sanfona de presente.

• Seu nome artístico foi uma sugestão do padrinho, que achou que o apelido de infância, Neném, não o ajudaria na trajetória artística. Com a sanfona que ganhou de Gonzagão, passou a percorrer o interior do Rio de Janeiro na companhia dos irmãos, apresentando-se em circos e arrasta-pés.

• Em 1957, aos 16 anos, fez sua primeira gravação, tocando sanfona num disco de Luiz Gonzaga, na música "Moça de feira", de Armando Nunes e J. Portela. No mesmo ano, em viagem ao Espírito Santo, com Borborema e Miudinho, formou um trio, batizado de “Trio Nordestino”. Tomou contato com outros ritmos musicais e aprendeu a tocar samba e bolero. Em 1965, foi convidado por Pedro Sertanejo, então diretor da recém-inaugurada gravadora Cantagalo, para gravar um LP destinado ao público migrante nordestino e, com isso, voltou a tocar forrós e baiões. Em 1967, participou de uma excursão de Luiz Gonzaga ao Nordeste, como sanfoneiro e motorista. Também fazia parte do grupo a cantora pernambucana Anastácia. Os dois iniciaram então uma carreira artística conjunta e um relacionamento amoroso que os levou ao casamento. Em 1972, depois de vê-lo tocando num show de Luiz Gonzaga, o empresário Guilherme Araújo convidou-o para trabalhar com Gal Costa e Gilberto Gil. Posteriormente, Dominguinhos trabalhou um ano e meio com Gilberto Gil, que gravou o maior sucesso do sanfoneiro, em parceria com Anastácia, "Eu só quero um xodó", que teria em pouco tempo cerca de vinte regravações, inclusive algumas no exterior. Participou como instrumentista de inúmeros shows de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa e Maria Bethânia.

• Na década de 1980, suas composições "De volta pro meu aconchego", em parceria com Nando Cordel, gravada por Elba Ramalho, e "Isso aqui tá bom demais", em parceria com Chico Buarque, e gravada pelos dois, foram incluídas na novela Roque Santeiro, da TV Globo, o que fez aumentar nacionalmente sua popularidade. Teve suas composições registradas por diferentes intérpretes, entre os quais Fagner, que gravou "Quem me levará sou eu", e Maria Bethânia, que gravou "Lamento sertanejo".

• Em 2001, foi homenageado no 11º Festival de Inverno de Garanhuns, sua cidade natal, com um concerto sinfônico. No início de 2003, gravou com Sivuca e Oswaldinho do Acordeon um disco que registrou o encontro de três dos maiores sanfoneiros em atividade no país, produzido por José Milton, com repertório escolhido na hora e arranjos feitos no próprio estúdio, no qual aparecem composições como "Maria Fulô" e "Feira de Mangaio", de Sivuca, além de muitas de autoria de Luiz Gonzaga, resultando numa homenagem natural ao “Rei do Baião”.

• Em 2006, após cinco anos sem lançar disco solo, lançou o CD "Conterrâneos", pelo qual recebeu o Prêmio TIM de Música 2007, na categoria Regional — Melhor Cantor. Em 2007, a gravadora Biscoito Fino lançou o CD "Yamandu+Dominguinhos", em que os dois instrumentistas tocam num dueto de violão e sanfona.

• Em 2008, foi o grande homenageado no Prêmio Multishow. Na ocasião do show de entrega dos prêmios, apresentou oito números em duetos. Em cinquenta anos de carreira, Dominguinhos recebeu seis Prêmios Sharp. (fonte: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira)

Herbert De Perto - 2009


Sinopse:
A história da vida e da carreira de Herbert Vianna, líder do Paralamas do Sucesso, uma das principais bandas do rock brasileiro. Em 2001, Herbert teve sua carreira interrompida por um trágico acidente que matou sua mulher e o deixou paraplégico. Em sua cadeira de rodas, o músico confronta-se com imagens de sua vida, repassando desde o início de sua carreira, em 1983, até o trabalho de reabilitação, após o acidente, no hospital Sara. Há imagens de shows, depoimentos dos integrantes da banda, Bi Ribeiro e João Barone, da família Vianna, de amigos e parceiros. Cenas engraçadas e emocionantes misturam-se a registros de shows.

Ficha Técnica:
Título Original: Herbert De Perto
Gênero: Documentário
Duração: 97 min
Lançamento no Brasil: 2009
Lançamento Comercial (Estréia): 09/10/2009
Distribuição: Imagem Filmes
Direção: Roberto Berliner, Pedro Bronz
Assistente de direção: Chris Alcazar
Roteiro: Lorena Bondarovsky e Paola Vieira
Coordenação de Produção: Lorena Bondarovsky e Paola Vieira
Produção Executiva: Rodrigo Letier e Roberto Berliner
Som: Denilson Campos / Solaudio
Fotografia: Paulo Violeta
Edição: Pedro Bronz
Pesquisa: Chris Alcazar
Produtores associados: Os Quatro

Elenco:
Herbert Vianna
João Barone
Bi Ribeiro
Hermano Vianna
Tereza Vianna
Dado Villa-Lobos
Pedro Ribeiro
Maurício Valladares
Gilberto Gil
Paulo Niemeyer

Prêmios e Indicações:
• II Festival Paulínia de Cinema, 2009.
Melhor Direção de Documentário

Curiosidades:
• Foi Exibido no II Festival Paulínia de Cinema, 2009.

Flordelis - Basta uma Palavra para Mudar


Sinopse:
Nos anos 90, o tráfico de drogas já se mostrava presente no Rio de Janeiro, aliciando menores. Neste contexto de guerra urbana surge Flordelis, professora pública criada na no Jacarezinho e que já andava pela favela procurando crianças para entender o motivo de terem optado pelo crime. Mas foi em 1994 que a vida de Flor mudou radicalmente. Após uma chacina na Central do Brasil, 37 crianças que escaparam resolveram pedir abrigo para a missionária. Ela não pensou duas vezes e acolhendo-as em sua casa de uma só vez.

Ficha Técnica:
Título Original: Flordelis - Basta uma Palavra para Mudar
Gênero: Drama
País de Origem: Brasil
Tempo de Duração: 100 minutos
Classificação: 14 anos
Ano de Lançamento: 2009
Estréia no Brasil: 09/10/2009
Distribuidora: Art Films / Serendip Filmes
Direção: Marco Antônio Ferraz e Anderson Corrêa
Produção: Anderson do Carmo

Fotografia: Carlos Cerqueira
Trilha Sonora: MK Music















Elenco:
Patrícia França
Reynaldo Gianecchini
Cauã Reymond
Letícia Spiller
Letícia Sabatella
Deborah Secco
Flordelis
Alinne Moraes
Fernanda Machado
Fernanda Lima
Cris Vianna
Erik Marmo
Ana Furtado
Guilherme Berenguer
Bruna Marquezine
Isabel Fillardis
Thiago Rodrigues.

Sobre o filme:
Baseado em fatos reais, o filme conta a história de uma professora, ex-moradora da favela do Jacarezinho, no Rio de Janeiro, e sua luta para adotar 50 crianças.

Criada na favela do Jacarezinho, no Rio de Janeiro, a professora de escola pública Flordelis sempre buscou saber os motivos para as crianças recorrerem ao mundo do crime e das drogas. Para isso, deixava o medo de lado e saia sempre nas noites de sábado pelas favelas cariocas em busca de respostas das bocas dos próprios meninos. Assim, ela conseguiu salvar cinco adolescentes, que decidiram mudar de vida e foram morar em sua casa.

Porém, após o carnaval de 1994, um grupo de extermínio promove uma chacina na Central do Brasil, no centro da cidade. Apesar das vítimas fatais, 37 crianças e adolescentes sobreviveram, pedindo ajuda à Flordelis, que acolheu a todos em sua casa. Depois disso, a ex-professora chegou a ser perseguida pela polícia por não ter a guarda das crianças, mas recebeu a ajuda de grandes nomes, como do sociólogo Betinho, e conquistou a adoção de todos os menores.

Contando a história real da ex-professora, Flordelis - Basta Uma Palavra Para Mudar é protagonizado pela própria personagem. As histórias são contadas através de depoimentos dos filhos adotivos, que no filme são interpretados por nomes como Reynaldo Gianecchini, Letícia Sabatella, Deborah Secco, Fernanda Machado, Letícia Spiller, Cauã Reimond, Aline Moraes, Fernanda Lima, Rodrigo Hilbert, Ana Furtado, Erik Marmo, Isabel Fillardis, entre outros.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Raizes do Brasil - 2004



Sinopse:

A vida e obra de Sérgio Buarque de Ho- llanda, um dos principais intelectuais do Brasil no século XX e autor dos livros "Raízes do Brasil" e "Visões do Paraíso". Dividido em duas partes, o filme mostra desde o cotidiano de Sérgio, incluindo o modo como interagia com a família e amigos, até um panorama cronológico de sua época, em que li- dou com o nazismo, os anos de Getúlio Vargas no poder e a ascensão do movimento modernista no Brasil.

Ficha Técnica:
Título Original: Raízes do Brasil

Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 140 min.
Ano de Lançamento (Brasil): 2004
Distribuição: Riofilme
Direção: Nélson Pereira dos Santos
Roteiro: Nélson Pereira dos Santos e Miúcha
Produção: Márcia Pereira dos Santos e Maurício Andrade Ramos
Fotografia: Reynaldo Zangrandi
Edição: Alexandre Saggese

Elenco:
Chico Buarque
Sílvia Buarque
Miúcha
Maria Amélia
Cristina Buarque
Zeca Buarque
Ana de Hollanda
Maria do Carmo de Hollanda
Antônio Cândido
Paulo Vanzolini
Sergito
Alvinho


Curiosidades:
• Raízes do Brasil - Uma Cinebiografia de Sérgio Buarque de Holanda surgiu quando Nélson Pereira dos Santos aceitou a sugestão de Ana, uma das filhas de Sérgio. O documentário não fica apenas no livro, ou no legado intelectual do historiador. Com o objetivo de aproximar a platéia do biografado, Nélson optou por dar menos espaço aos estudiosos e mais aos familiares e amigos, como a viúva Maria Amélia, os filhos Chico e Miúcha (que colaborou com o roteiro), a neta Bebel Gilberto, além de Antônio Cândido e Paulo Vanzolini; Sílvia, neta de Sérgio, lê trechos de Raízes do Brasil.

Sobre o filme:
O filme Raízes do Brasil é um documentário dirigido por Nelson Pereira dos Santos a respeito da vida e da obra do escritor e jornalista Sérgio Buarque de Holanda.

O lançamento do longa-metragem no Brasil, em 2004, foi uma homenagem ao centenário de nascimento de Sérgio Buarque de Holanda (1902). O documentário inclui imagens do arquivo pessoal do escritor e cenas históricas (século XX).