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domingo, 18 de outubro de 2009

Filme Demência


Sinopse:

Um pequeno industrial de cigarros, falido economicamente e em crise doméstica, é praticamente exilado da casa pela mulher e passa a refugiar-se em visões e alucinações. Como na lenda de Fausto, terá de encontrar seu correspondente Mefisto, que durante a história lhe aparecerá de várias formas e personalidades, ora como traficante noturno, ora como uma cândida velhinha.

Ficha Técnica:
Título Original: Filme Demência
Gênero: Drama
Duração: 90 min.
Ano de Lançamento : 1987
Lançamento Comercial (Estreia): 19 /03/1987
Distribuição: Embrafilme
Direção: Carlos Reichenbach
Argumentos: Carlos Reichenbach
Roteiro: Carlos Reichenbach e Inácio Araújo
Produção: Éder Mazini, Carlos Reichenbach e Aníbal Massaini Neto
Co-produção: E.M. Cinematográfica, Cinearte Filmes, Beethoven Street Filmes e Embrafilme
Música: Manoel Paiva e Luiz Chagas
Fotografia: José Roberto Eliezer
Desenho de Produção: Campelo Neto
Edição: Eder Mazzini


Elenco:
Ênio Gonçalves
Emílio de Biase
Imara Reis
Fernando Benini
Rosa Maria Pestana
Kátia Lopes
Júlio Calasso Júnior
Cláudio Willer
Benjamin Cattan
Alvamar Taddei
Carina Cooper
Liana Duval
Valeska Canoletti
Renato Máster
Roberto Miranda
Orlando Parolini
John Doo
Benê Silva
Jairo Ferreira
Carlos Reichenbach
Wilson Sampson
Vanessa Alves

Premiações:
• XIV Festival do Cinema Brasileiro de Gramado, RS, 1987;
Melhor Filme (prêmio da crítica),
Melhor Diretor,
Melhor Ator Coadjuvante - Emílio de Biase
Melhor Atriz Coadjuvante - Imara Reis,
Melhor Montagem - Eder Mazzini

• III Rio-Cine Festival,RJ, 1987;
Melhor Ator - Ênio Gonçalves
Melhor e Trilha Sonora - Manoel Paiva e Luiz Chagas

• Federação Nacional de Cineclubes, 1987;
Melhor filme de 1986 (Troféu Macunaíma)

• Festival de Rotterdam, Holanda. 1987.
premio filme inovador do ano

Curiosidades:
• Participou dos festivais internacionais de Salssomagiore. Montreal, Edinburg, Ghent.

• Ambicioso projeto de Reichenbach, único de seus filmes realizado com financiamento da extinta Embrafilme.

• Uma adaptação pessoalíssima da lenda de Fausto, e sua trágica e eterna busca do conhecimento. Goethe, Marlowe, Coleridge, Murnau e as óperas de Mahler e Gounod, sob a ótica urbana e fractal do cineasta.

• Filme Demência é um anagrama de filme de cinema.

• Inspirado diretamente na experiência existencial do realizador, no caso, a sua relação com a própria extirpe. Reichenbach, filho e neto de industriais gráficos e editores tendo perdido o pai aos 13 anos de idade, assistiu impotentemente a perda de todos os bens de família, inclusive a tradicional e primeira indústria litográfica que seu avô veio, no início do século, instalar no Brasil. Na tela, o mito de Faetonte, o filho de Apolo que perdeu o "carro de fogo" herdado do pai.

• As filmagens foram interrompidas por três vezes devido às dificuldades na liberação do financiamento, e o filme só pode ser concluído graças à dedicação de seus dois atores principais.

• Toda a última parte do filme, as seqüências de estrada e litoral, foram fotografadas pelo próprio Reichenbach, e com o auxílio de uma equipe reduzida pela metade.

• A premiada trilha musical de Manoel Paiva e Luiz Chagas se inspira diretamente na Oitava Sinfonia de Gustav Mahler.

• O filme foi totalmente rodado em São Paulo e nas proximidades de Bertioga.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

2 Filhos de Francisco

Sinopse:

Francisco Camargo é um lavrador do interior de Goiás que tem um sonho aparentemente impossível: transformar dois de seus nove filhos em uma dupla sertaneja. Ele inicialmente deposita sua esperança no mais velho, Mirosmar, e resolve lhe dar um acordeão quando completa 11 anos. Mirosmar e seu irmão Emival, que toca violão, se apresentam com sucesso nas festas da vila onde moram, mas devido a perda da propriedade onde moravam nos anos 70 toda a família é obrigada a se mudar para Goiânia. Mirosmar e Emival começam então a tocar na rodoviária local, na intenção de conseguir algum dinheiro para ajudar em casa..

Ficha Técnica:
Título Original: 2 Filhos de Francisco
Gênero: Drama
Duração: 119 minutos
Ano de Lançamento: 2005
Lançamento Comercial (Estréia): 19/08/2005
Distribuição: Columbia Tristar do Brasil
Direção: Breno Silveira
Roteiro: Patrícia Andrade e Carolina Kotscho
Produção: Luiz Noronha, Leonardo Monteiro de Barros, Pedro Buarque de Hollanda e Breno Silveira
Co-produção: Conspiração Filmes, ZCL Produções e Columbia TriStar do Brasil
Continuista: Jamile Marinho
Música: Zezé di Camargo
Fotografia: André Horta
Direção de arte: Kiti Duarte
Figurino: Cláudia Kopke
Montagem: Vicente Kubrusly

Elenco:
Ângelo Antônio ...... Francisco
Dira Paes ...... Helena
Márcio Kieling ...... Mirosmar / Zezé Di Camargo
Thiago Mendonça ...... Welson / Luciano Camargo
Paloma Duarte ...... Zilu
Dablio Moreira ...... Mirosmar / Zezé Di Camargo
Marcos Henrique ...... Emival
Natália Lage ...... Cleide
Wigor Lima ...... Welson / Luciano Camargo
Zezé di Camargo ...... O Próprio
Luciano Camargo ...... O Próprio
Jackson Antunes ...... Zé do Fole
José Dumont ...... Miranda
Lima Duarte ...... Benedito
Emanoel Camargo ...... O Próprio
Helena de Siqueira Camargo ...... A Própria
Maria Lucier Camargo ...... A Própria
Marlene José Camargo ...... A Própria
Ciça Castello ...... Zilu's client
Francisco José de Camargo ...... O Próprio
Helena Siqueira de Camargo ...... A Própria
Walter José de Camargo ...... O Próprio
Wellington José de Camargo ...... O Próprio
Wesley José de Camargo ...... O Próprio
Katia Delfino ...... Marlene
Leonardo Monteiro de Barros ...... Moacyr
Pedro ...... Leandro
Thiago ...... Leonardo
Cid Moreira ...... O Próprio


Premiações:
• Festival de Língua Portuguesa, Lisboa, Portugal, 2006
Melhor Atriz – Dira Paes

• Palm Spring Springs Film Festival, EUA,2006
Melhor Diretor Estreante

• Festival internacional Del Nuevo Cine Latinoamericano de La Habana, Cuba,2006
Melhor Filme (júri Popular)

• Best Performace in a Internacional Fesnture Film – Yong Artist Award,2007.
Melhor ator coadjuvante – José Dumont
Melhor Ator – Ângelo Antonio

• Premio Qualidade Brasil, RJ,2007
Melhor ator coadjuvante – José Dumont
Melhor Ator – Ângelo Antonio

• Academia Brasileira de Cinema, RJ, 2007
Melhor Atriz Coadjuvante – Paloma Duarte

Curiosidades:
• Estréia de Breno Silveira como diretor de longa-metragem.

• As filmagens tiveram início em 1º de maio na cidade de Pirenópolis, em Goiás. Foram ao todo 8 semanas de filmagens, sendo uma no Rio de Janeiro.

• O orçamento de 2 Filhos de Francisco foi de R$ 5,9 milhões.

• As filmagens tiveram dois meses de duração

• Além de acompanharem de perto as gravações, os irmãos Zezé Di Camargo e Luciano também assinam a trilha sonora e atacam de narradores do filme, além de interpretarem eles próprios na fase adulta.

• O laboratório exigiu muito de toda a equipe. Ficaram durante cinco dias num sítio perto de Pirenópolis totalmente sem luz, onde acordavam às seis da manhã e, durante o dia, ordenhavam vacas e capinavam.

• A pedido de Paloma Duarte canção de seu pai, Antônio Marcos, vai entrar na trilha do filme

• A trilha sonora, traz a voz de grandes estrelas da MPB e tem Caetano Veloso como um de seus produtores, o outro é César Augusto. Caetano trabalhava no Rio, cuidando da parte MPB, Augusto gravava em São Paulo as sertanejas.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Dois Perdidos numa Noite Suja - 2002

Sinopse:

Paco (Débora Fallabela) e Tonho (Roberto Bomtempo) são imigrantes brasileiros ilegais em Nova York. Tonho, tímido, mineiro como outros milhares de clandestinos, sonha em ser bem-sucedido, mas sente saudades da família e do Brasil. Procurado pelo serviço de imigração e preso, vive o desespero de ser deportado. Paco, artista de talento, indiferente a tudo menos à sua carreira, ambiciona estourar nas paradas de sucesso. Em meio às esperanças, dificuldades e desencontros, o casal se apaixona em uma metrópole bela e violenta.



Ficha Técnica:
Título Original: Dois Perdidos Numa Noite Suja
Gênero: Aventura
Duração: 100 min.
Ano de Lançamento : 2002
Lançamento Comercial (Estréia): 04/04/2003
Distribuição: Riofilme
Direção: José Joffily
Roteiro: Paulo Halm
Produção: Roberto Bontempo
Música: Arnaldo Antunes
Fotografia: Nonato Estrela
Desenho de Produção:
Direção de arte: Cláudio Amaral Peixoto
Figurino: Ellen Milet
Edição: Eduardo Escorel


Elenco:
Roberto Bomtempo ........ Tonho
Débora Falabella ........ Paco
David Herman ........ Moe
Guy Camilleri ........ Sr do Banheiro
John Gilleece ........ Velho Rico
Richard Velazquez ........ Policial
Theodoris Castellanos ........ Dorothy
Daniel Porto ........ DJ
Sergio Barbosa de Souza ........ Advogado
Haroldo ........ Oficial da Imigração
Gabriel Silveira ........ Carcereiro

Prêmios:
• XXXV Festival de Brasília, DF/2002
Melhor longa metragem 35mm
Melhor Atriz – Débora Falabella

• Festival do Audiovisual / Festival de Recife, 2003.
Melhor figurino
Melhor fotografia




Curiosidades:
• Baseado na peça teatral de Plínio Marcos.

• É O segundo filme baseado nesta mesma peça. O primeiro foi de Braz Chediak, Dois Perdidos Numa Noite Suja, em 1971, com Emiliano Quairoz e Nelson Xavier.

• Tem cenas filmadas no Central Park, Estátua da Liberdade e nas ruas de Manhattan e Brodway, EUA.

• Projeto Beneficiado no Programa Ibermédia com a quantia de U$ 75 mil.

Depois daquele Baile - 2006

Sinopse:

Dóris (Irene Ravache) é uma viúva sensual, que mora em Belo Horizonte e leva a vida cuidando de uma pensão. Ela é ajudada por Bete (Ingrid Guimarães), sua sobrinha, que veio para a cidade com o objetivo de estudar enfermagem. Entre os clientes mais assíduos de Dóris estão Freitas (Lima Duarte) e Otávio (Marcos Caruso), dois amigos que têm em torno de 60 anos e que disputam o coração da viúva. É quando Freitas propõe uma aposta a Otávio, em que quem ganhar terá um mês para conquistar Dóris e, se perder, será obrigado a abrir caminho para o rival.

Ficha Técnica:
Título Original: Depois Daquele Baile
Gênero: Comédia Romântica
Duração: 108 min
Ano de Lançamento: 2005
Lançamento Comercial (Estréia): 27/01/2006
Distribuição: Mais Filmes
Direção: Roberto Bomtempo
Roteiro: Susana Schild
Produção: Roberto Bomtempo, Guilherme Fiúza e Agnes Lealt
Co-produção: Movimento Carioca Produções Artísticas, Quimera Filmes
Música: Marco de Vita
Fotografia: Nonato Estrela
Desenho de Produção: Adriane Lemos
Direção de arte: Márcia Monteiro
Figurino: Alex Dário
Edição: Marília Alvim

Elenco:
Marcos Caruso ........ Otávio
Lima Duarte ........ Freitas
Ingrid Guimarães ........ Beth
Irene Ravache ........Dóris
Chico Pelúcio ........ Cosme
Regina Sampaio ........ D.Judith
Frederico Verdolin ........ Jonhnny
Manoelita Lustosa ........ Norma
Alexandre Ciolleti ........ Filhe de Freitas
Antonio Mestre ........ Marido de Judith



Prêmios:
Recebeu uma “indicação” ao Grande Prêmio Cinema Brasil de Melhor Roteiro Adaptado.

• Mostra de Tiradentes
Melhor Filme - Voto Popular.

• 3º Festival de Cinema de Maringá Junho/2006.
Melhor Filme - Júri Popular

• 10º Festival de Cinema Brasileiro de Miami Julho/2006.
Melhor Filme - Crítica Americana

• 13º Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá Abril/2006
Melhor Roteiro - Júri Popular

Curiosidades:
• Baseado em peça teatral de Rogério Falabella.

• Estréia de Roberto Bomtempo na direção de longa-metragem.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

À Deriva - 2009


Sinopse:

Uma tradicional família de classe média alta passa as férias de verão em Búzios, Rio de Janeiro. A viagem se configura como um esforço coletivo entre os pais e seus três filhos de reconstruir a família e reconquistar a felicidade já perdida. Filipa (Laura Neiva), uma menina de 13 anos, carrega consigo os conflitos clássicos de sua idade. Encontra-se em pleno ritual de passagem da adolescência para a idade adulta quando é sugada pela crise inesperada no casamento de seus pais. Ao longo do filme, Filipa tenta desesperadamente desvelar um caso amoroso entre seu pai e uma mulher mais jovem, vizinha de sua casa de praia. O tom mais urgente e perigoso do filme, apesar de delicado, é potencializado por um crime passional envolvendo um casal vizinho, que deixa uma casa manchada de sangue e abandonada, um lugar que ironicamente servirá de parque de diversões para as crianças do balneário.

Ficha Técnica:
Título Original: À Deriva
Gênero: Drama
Duração: 103 min.
Lançamento no Brasil: 2009
Lançamento Comercial (estréia): 31/07/2009
Distribuição: Paramount Pictures Brasil, Focus Features International
Direção: Heitor Dhalia
Diretora Assistente: Joana Mariani
Roteiro: Heitor Dhalia
Produção: Fernando Meirelles, Andréa Barata Ribeiro e Bel Berlinck
Produção executiva: Matias Mariani
Co-produção: O2 Filmes, Universal Pictures
Música: Antonio Pinto
Fotografia: Ricardo Della Rosa
Desenho de Produção: Guta Carvalho
ireção de Arte: Guta Carvalho
Figurino: Alexandre Herchcovitch
Edição: Gustavo Giani
Produção de elenco: Francisco Accioly, Anna Luiza Paes de Almeida
Maquiagem: Marisa Amenta




Elenco:
Laura Neiva ........ Filipa
Vincent Cassel ........ Matias
Camilla Belle ........ Ângela
Débora Bloch ........ Clarice
Max Huzar ........ Antônio
Cauã Reymond ........
Izadora Armelin ........ Fernanda
Maysa Miranda ........ Miranda
Thomas Huszar ........ Rodrigo
Josefina Schiller ........ Isabela
Gabriela Flarys ........ Juliana
Valentine Fontanella ........ Clara
Bernardo Bichucher ........ Peter
Daniel Passi ........ Artur
Nathalia Zemel ........ Ava
Rafaela Prestes ........ Dora
Gregorio Duvivier ........ Lucas

Premios e Indicações:
•Festival de Fortaleza - 19º do Cine Ceará
Melhor Trilha Sonora, assinada pelo compositor Antônio Pinto












Curiosidades:
• Colaboração no Roteiro de Vera Egito

• Laura Neiva, a atriz que faz Felipa, fez o filme com apenas 14 anos. Foi encontrada através do site de relacionamento Orkut. No começo ela se recusou a fazer o teste, achou que era um trote.

• Como o diretor Heitor Dhalia queria uma atuação muito naturalista, não entreguou o roteiro do filme a nenhum dos jovens, apenas à Debora Bloch e ao Vincent Cassel. Desde a fase de seleção dos atores, o exercício com eles era de improvisação, oficinas, exercícios de cena. Nenhum dos atores jovens teve que decorar alguma fala. Todos os menores foram acompanhados de seus pais.

• Heitor Dhalia descobriu através de uma entrevista no carnaval que Cassel fala português. Por meio do agente de Cassel, enviou o roteiro de À Deriva e o DVD de O Cheiro do Ralo. Inclusive foi a Paris por apenas 24 horas só para encontrá-lo.

• Filmado entre abril e maio de 2008. Entre equipe e elenco, trabalharam 183 pessoas.

• Orçamento de US$ 3 milhões.

• “À Deriva” inaugura uma nova fase do diretor Heitor Dhalia em seu primeiro roteiro próprio, com a colaboração da Vera Egito (Nina e O Cheiro do Ralo foram co-escritos por Marçal Aquino).

• À Deriva é o primeiro filme rodado no Brasil de Vincent Cassel.

Divã - 2009


Sinopse:

"Divã" conta a história de Mercedes (Lília Cabral), uma mulher de 40 anos que vive às voltas com as alegrias e desafios da sociedade contemporânea. Casada e mãe de dois filhos, Mercedes decide, mesmo sem saber bem o porquê, procurar um psicanalista. E, assim, o que antes era apenas uma curiosidade, se transforma em uma experiência devastadora, que provoca uma série de mudanças em sua vida cotidiana. No divã, Mercedes questiona o seu casamento, a realização profissional e seu poder de sedução. A melhor amiga Mônica (Alexandra Richter), a companheira de todos os momentos, vê de perto a transformação de Mercedes e participa de suas novas experiências e descobertas, apesar de nem sempre concordar com suas escolhas. As revelações de Mercedes para o analista, assim como as conversas com a melhor amiga, dão novo rumo à vida de Mercedes que a princípio parecia boa, estável, mas sem grandes emoções. É só o princípio de uma grande transformação.

Ficha Técnica:
Título Original: Divã
Gênero: Comédia
Duração: 96 min.
Lançamento no Brasil: 2009
Lançamento Comercial (Estréia): 17/04/2009
Distribuição: Downtown Filmes
Direção: José Alvarenga Jr.
Roteiro: Marcelo Saback
Produção: Walkiria Barbosa, Iafa Britz, Marcos Didonet e Vilma Lustosa
Direção de produção:
Co-produção: Total Entertainment, Downtown Filmes, Globo Filmes, Lereby
Fotografia: Nonato Estrela
Desenho de Produção: Cláudio Domingos
Direção de Arte:
Figurino: Ellen Millet

Elenco:
Paulo Gustavo Bastos ........ René
Lília Cabral ........ Mercedes
César Cardadeiro ....... Filho de Mercedes
Helena Fernandes ....... Shirlene
Reynaldo Gianecchini ........ Theo
Elias Gleizer ........ Agenor
Eduardo Lago ........ Carlos Ernesto
Duda Mamberti ........ Padre
Vera Mancini ........ Hillary
Johnny Massaro ........ Filho de Mercedes 2
José Mayer ........ Gustavo
Antonio Pedro ........ Tio de Gustavo
Cauã Reymond ........ Murilo
Alexandra Richter ........ Monica
Juliane Trevisol ........ Ju



Curiosidades:
• Filme baseado em livro de Martha Medeiros, que deu origem a uma peça de teatro, que deu origem ao filme.

• Publico de 1.085.456 pessoas

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Os Desafinados - 2008



Sinopse:

Cinco amigos que formam a banda Rio Bossa Cinco e buscam o sucesso, alimentando o sonho de tocar no Carnegie Hall, a célebre sala de concertos de Nova York que detonou o sucesso internacional de Tom Jobim e da Bossa Nova. Assim, desembarcam em Manhattan e lá encontram uma musa, filha de brasileira com americano, que voltará com eles ao Brasil ditatorial. Além de tocar flauta e clarineta, ela vai se tornar a chave para o florescimento pessoal dos rapazes.

Ficha Técnica:
Título Original: Os Desafinados
Gênero: Comédia
Duração: 131 min
Lançamento (Brasil): 2008
Distribuição: Downtown Filmes
Direção: Walter Lima Jr.
Roteiro: Walter Lima Jr., Suzana Macedo e Elena Soarez
Produção: Flávio R. Tambellini
Co-produção: Tambellini Filmes
Música: Wagner Tiso
Fotografia: Pedro Farkas
Desenho de Produção: Valéria Costa
Direção de arte: Clóvis Bueno
Figurino: Marília Carneiro
Edição:


Elenco:
Rodrigo Santoro ........ Joaquim
Selton Mello ........ Dico
Ângelo Paes Leme ........ Davi
Cláudia Abreu ........ Glória
André Moraes ........ PC
Alessandra Negrini ........ Luíza
Jair Oliveira ........ Geraldo
Vanessa Gerbelli ........ Dora
Charlis Fricks ........ Caio
Genésio de Barros ........ Davi - no presente
Arthur Kohl ........ Dico - no presente
Antônio Pedro ........ PC - no presente
Bene Silva ........ Geraldo - no presente
Augusto Madeira ........ Manolo
Cacá Amaral ........ Almirante
Michel Bercovitch ........ Leon
Renato Borghi ........ Cônsul Carlos José
Kevin Gall ........ Oficial da imigração
Daniel Lentini ........ Assistente de direção de Dico
Haythem Noor ........ Taxista indiano
Craig DiFrancia
Teddy Sears .
Regina Remencius
Renato Borghi ........ Cônsul Carlos José
André Moraes ........ Paulo Cesar


Curiosidades:
• Foi gravado nos estúdios Renato Aragão, recém-adquiridos pela Rede Record, em Jacarepaguá, Rio de Janeiro.

• Rodrigo Santoro teve que aprender a tocar piano para dar vida a Joaquim.

• Cláudia não canta na vida real,a voz de Glória pertence a Branca Lima,filha do diretor Walter Lima Jr.

• O orçamento de Os Desafinados foi de R$ 7 milhões.

O Despertar da Besta


Sinopse:
Um renomado psiquiatra injeta doses de LSD em quatro voluntários com o objetivo de estudar os efeitos do tóxico sob a influência da imagem de Zé do Caixão. O personagem aparece de maneira diferente nos delírios psicodélicos e multicoloridos de cada um, misturando sexo, perversão, sadismo e misoginia. Interrogado por um grupo de intelectuais o psiquiatra faz uma revelação surpreendente que os obriga a questionar suas convicções. Em pleno apogeu do amor livre, das drogas psicodélicas e dos hippies. Jose Mojica Marins concebeu seu filme mais contundente, revoltado e arrebatador através de episódios aparentemente sem ligação, aderindo à metalinguagem para analisar o efeito de seu polêmico personagem no inconsciente coletivo. O surreal nunca pareceu tão verdadeiro. Vetado pela Censura Federal mesmo após inúmeros cortes, o filme permanece inédito nas telas de cinema até hoje.

Ficha Técnica:
Direção: José Mojica Marins.
Roteiro: José Mojica Marins e Rubens F. Luchetti.
Ano Lançamento : 1969
Produção: José Mojica Marins, Giorgio Attili e George Michel Serkeis.
Edição: Luís Elias.
Música: Júlio Perez Caballar.
Distribuição: Em DVD pela Cinemagia.

Elenco:
José Mojica Marins ......... Zé do Caixão
Ângelo Assunção
Ronaldo Beibe
Andreia Bryan
João Callegaro
Ozualdo Ribeiro Candeias
Maurice Capovila
José Carlos
Maria Cristina
Emília Duarte
Jaciara Ducena
Jairo Ferreira
andira Gabriel
Graveto
Sérgio Hingst
Mario Lima
Annik Malvil
Márcio Marcel
Stela Maris
Cláudio Marques
Dante Miná
Paulo Morandy
Ítala Nandi
Helena Nogueira
Palito
Walter Portela
Carlos Reichenbach
Luiz Renato
Lurdes Ribas
Araken Saldanha ........ Zé do Caixão (voz)
Rosemeire Thiago
Roney Wanderley


Sobre o Filme:
Se José Mojica Marins carrega o epíteto de cineasta maldito, não resta dúvida que O despertar da besta é o mais maldito de seus filmes. Produzido em 1969 com o título de Ritual dos sádicos, foi imediatamente vetado pela censura do então governo militar, que não satisfeito em impedir a exibição do filme, pretendia também destruir todas as cópias e o negativo. Recuperado durante a década de 80, foi somente exibido em mostras e festivais, sem ter recebido lançamento comercial. Tamanha ira contra o filme explica-se pela forma franca e explícita pela qual o filme aborda o consumo de drogas, apesar de impregnado de uma certa ingenuidade e moralismo tão característicos de seu diretor.

As primeiras sequências de O despertar da besta apresentam momentos de violência ou degradação determinados pelo uso de drogas. A eles se alterna o depoimento de um médico (Sérgio Hingst), atacado por quatro entrevistadores (entre eles os diretores Carlão Reichenbach e Maurice Capovilla), sob o quase silencioso acompanhamento de Mojica, que interpreta a si mesmo (“Zé do Caixão ficou no cemitério; quém está aqui é o cineasta”, diz um diálogo). O médico acabara de laçar um polêmico livro abordando o consumo de drogas (ou “tóchicos”, como pronunciam os atores), e apresenta os casos para justificar suas teorias. A princípio, diálogos com frases como “São os atos anormais de uma juventude sem freio!” e o já destacado moralismo presente nas cenas trazem a impressão que o filme tenderá para a simplória e reducionista abordagem refletida pela citação acima. Entretanto as sequências são criativamente encenadas por Mojica, estando carregadas de um clima de opressão e dominação nada distante de seus momentos de terror mais explícito. Em especial a cena na qual, após fumar maconha, uma colegial se entrega a um grupo de “transviados”, acabando por morrer ao ser penetrada por um toco de madeira, é uma brilhante mistura de tensão, humor (às vezes involuntário) e ironia. Igualmente irônica é a sequência onde uma bela Ítala Nandi é assediada durante uma entrevista de emprego por um obeso patrão, que se empanturra de macarrão e é visto pela moça ora como um porco, ora como cachorro.

É digna de destaque, em particular nessa primeira metade, a utilização que o filme apresenta para a música e o som. Desde a peculiar e hilária canção que abre e encerra o filme, a trilha sonora que acompanha os momentos de drogas e perversão é extermamente criativa, fazendo uso de temas clássicos ou religiosos, passando por Roberto Carlos e o tema de A ponte do rio Kwai (na já citada sequência da colegial), culminando com uma adúltera relação sexual ao som da natalina Boas festas de Assis Valente. E não somente a trilha sonora, mas todo o filme demonstra um clima de experimentalismo que parece enquadrar este trabalho em especial de Mojica, cineasta de orígem inegavelmente popular, dentro do então emergente cinema marginal, passando inclusive a sua aceitação por um grupo de cineastas paulistas que participam do elenco (além dos já mencionados, temos Ozualdo Candeias como um dos drogados).

Na segunda parte do filme, o médico explica seu polêmico estudo, que então sabemos tratar-se da utilização de LSD em um grupo de drogados para observar sua reação à figura do personagem Zé do Caixão. Bastante curiosas são as imagens de um programa de TV da época (Quem tem medo da verdade) no qual Mojica é inquirido por um júri de celebridades (entre elas o compositor Adoniran Barbosa e a atriz Consuelo Leandro), defendido pelo diretor Carlos Manga e absolvido pela quase unanimidade dos componentes. Curiosamente o único a condená-lo, taxando-o veementemente de ignorante, é o locutor esportivo Sílvio Luiz. No programa, Mojica, caracterizado como seu alter-ego, destaca sua desilusão com a vida e sua consciência como artista popular. O filme torna-se carregado de um clima de auto-referência, que a partir de então marcará presença em quase toda sua obra; Mojica faz uso da sua popularidade (então no auge), pressupondo a presença de Zé do Caixão no inconsciente coletivo, o que levaria o pesquisador a utilizar sua figura para influenciar os drogados. E é nas imagens dos delírios acompanhados pelo médico, no qual cada um dos quatro sujeitos do experimento apresenta sua visão pessoal de Zé do Caixão, que o Mojica cineasta dá asas à imaginação, criando sequências sem um maior compromisso com realidade ou verossimilhança que misturam coisas díspares como cemitérios, mulheres seminuas, uma escadaria de corpos humanos e rostos desenhados em bundas. Assim como o Sombra, Zé do Caixão sabe o mal que se esconde nos corações humanos.

O despertar da besta acaba por se revelar um filme extremente antenado com sua época, da popularização do rock’n’roll e da liberação sexual (vistos com um certo preconceito) e das drogas, que, apesar da reducionista impressão inicial, acabam por não ser satanizadas, quando o médico apresenta como conclusão de seu estudo o fato de não serem elas as responsáveis pela perversidão de seus usuários, mas apenas como fator de liberação de suas frustrações. Não podemos esquecer de ressaltar a importância do roteirista R. F. Luchetti, então colaborador habitual de Mojica, em parte responsável pela interessante estrutura fragmentada do filme, oriunda de sua experiência como redator de quadrinhos, também notadamente presente no trabalho anterior da dupla, O estranho mundo de Zé do Caixão. Já O despertar da besta, em particular, trata-se de um filme ímpar, um tanto quanto irregular e por certo moralista (mesmo que este moralismo não se manifeste de uma forma previsível, refletindo uma ética que vai de encontro ao senso-comum da época ao não condenar a droga em si) e cabotino, mas que acaba por mostrar-se como essencial, não somente para os aficcionados de Mojica, mas para todos que apreciam o cinema como uma arte de criação pessoal, mesmo quando imperfeita.

Gilberto Silva Jr.

sábado, 3 de outubro de 2009

O Dragão da Maldade Contra O Santo Guerreiro - 1969



Sinopse:

Antônio das Mortes é contratado para matar um bando de jagunços numa pequena vila. Lá, encontra um coronel com delírios de grandeza, um professor desiludido, um delegado com ambições políticas, um padre em crise mística e uma mulher solitária.

Ficha Técnica:
Título Original: O Dragão da Maldade Contra O Santo Guerreiro
Gênero: Drama
Duração: 105min.
Lançamento (Brasil): 1969
Direção: Glauber Rocha
Assistente de direção: Antônio Calmon e Ronaldo Duarte
Roteiro: Glauber Rocha
Produção: Glauber Rocha, Zelito Viana e Claude Antoine
Produtor Associado: Claude Antoine
Produção executiva: Luiz Carlos Barreto
Co-produção: Mapa Filmes (RJ), Cinemas Associés (Paris) e Telepool Alemã (Munique)
Distribuição: Mapa Filmes (RJ), Cinemas Associés (Paris) e Telepool Alemã (Munique)
Som direto: Walter Goulart
Microfones: Diego Arruda
Efeitos Sonoros: Paulo Lima
Fotografia: Affonso H. Beato
Câmera: Ricardo Stein
Assistente de Câmera: André Faria
Cenografia: Glauber Rocha
Assistente de Cenografia: Paulo Lima e Paulo Gil Soares
Mixagem: Carlo Della Riva
Figurinos: Glauber Rocha, Paulo Lima, Paulo Gil Soares e Hélio Eitchbauer
Montagem: Eduardo Escorel
Assistente de Montagem: Amauri Alves
Maquinista: Pintinho, Eutímio e Daniel
Eletricista: Roque Araújo, Chiquinho e Messias
Cartaz: Jânio de Freitas
Música: Marlos Nobre
Títulos: Roberto Lanari


Elenco:
Maurício do Valle ........ Antonio das Mortes
Odete Lara ........ Laura
Othon Bastos ........ Teacher
Hugo Carvana ........ Mattos
Jofre Soares ........ Colonel Horácio
Lorival Pariz ........ Coirana
Rosa Maria Penna ........ Saint Barbara
Emmanuel Cavalcanti ........ Priest
Vinícius Salvatori ........ Mata Vaca
Mário Gusmão ........ Antão
Santi Scaldaferri ........ Batista
Conceição Senna ........ Waitress
Paulo Lima


Premiações:
• Melhor Fotografia (Afonso H. Beato), Prêmio "Governador do Estado de São Paulo", SP, 1969

• Melhor Diretor, Prêmio "Coruja de Ouro", Instituto Nacional de Cinema, RJ, 1969

• Primeiro Prêmio, Festival de Louvaing, Bélgica, 1969

• Prêmio "Fipresci" e de Direção, XXI Festival de Cannes, França, 1969

• Melhor Direção, Confederação Internacional de Cinema de Arte e Ensaio, XXI Festival de Cannes, França, 1969

• Prêmio do Público (Menção Especial), Semana Internacional de Cinema de Autor, Banalmadena, Espanha, 1969.


Curiosidades :
• Outro título: Uma aventura de Antônio das Mortes.

• Locações em Milagres, BA.

• Os moradores de Amargosa e Milagres, BA, participam do filme.

Deus E O Diabo Na Terra Do Sol - 1964



Sinopse:

O Sertanejo Manoel e sua mulher Rosa levam uma vida sofrida no interior do país, uma terra desolada e marcada pela seca. No entanto, Manoel tem um plano: usar o lucro obtido na partilha do gado com o coronel para comprar um pedaço de terra. Quando leva o gado para a cidade, alguns animais morrem no percurso. Chegado o momento da partilha, o coronel diz que não vai dar nada ao sertanejo, porque o gado que morreu era dele, ao passo que o que chegou vivo era seu. Manoel se irrita, mata o coronel e foge para casa. Ele e sua esposa resolvem ir embora, deixando tudo para trás.

Manoel decide juntar-se a um grupo religioso liderado por um santo (Sebastião) que lutava contra os grandes latifundiários e em busca do paraíso após a morte. Os latifundiários decidem contratar Antônio das Mortes para perseguir e matar o grupo.

Ficha Técnica:
Título Original: Deus E O Diabo Na Terra Do Sol
Gênero: Drama
Duração: 125 min.
Lançamento (Brasil): 1964
Distribuição: Copacabana Filmes
Direção: Glauber Rocha
Roteiro: Glauber Rocha e Walter Lima Jr.
Produção:
Música: Heitor Villa Lobos
Fotografia: Waldemar Lima
Desenho de Produção:
Direção de arte:
Figurino: Paulo Gil Soares
Edição: Rafael Justo Valverde


Elenco:
Geraldo Del Rey .... Manoel
Yoná Magalhães .... Rosa
Maurício do Valle .... Antônio das Mortes
Othon Bastos .... Corisco
Lidio Silva .... Sebastião
Sonia dos Humildes .... Dadá
João Gama .... padre
Antonio Pinto .... coronel
Milton Rosa ....Moraes
Roque Santos


Premiações:
• Festival de Cannes 1964 (França)
Indicado à Palma de Ouro.


Curiosidades :
• Locações em Monte Santo, Feira de Santana, Salvador e Canché (Bahia)

• Considerado por muitos um dos filmes mais representativos do Cinema Novo.

• Liver interpretação da peça teatralO Diabo e o Bom Deus.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Dona Flor e seus dois maridos

Sinopse:
Durante o carnaval de 1943 na Bahia, Vadinho (José Wilker), um mulherengo e jogador inveterado, morre repentinamente e sua mulher, Dona Flor (Sônia Braga), fica inconsolável, pois apesar dele ter vários defeitos era um excelente amante. Mas após algum tempo ela se casa com Teodoro Madureira (Mauro Mendonça), um farmacêutico que é exatamente o oposto do primeiro marido. Ela passa a ter uma vida estável e tranqüila, mas tediosa e, de tanto "chamar" pelo primeiro marido, ele um dia aparece nu na sua cama. Então ela pede ajuda a uma amiga, dizendo que quase foi seduzida pelo finado esposo. Um pai de santo se prontifica a afastar o espírito de Vadinho, mas existe um problema: no fundo Flor quer que ele fique, pois há um forte desejo que precisa ser saciado.

Informações Técnicas:
Título Original: Dona Flor e seus dois maridos
Gênero: Comédia
Duração: 120 min.
Lançamento (Brasil): 1976
Estúdio: Carnaval Unifilm / Cia Serrador / Coline
Distribuição: Embrafilme / New Yorker Films
Direção: Bruno Barreto
Roteiro: Bruno Barreto, Eduardo Coutinho e Leopoldo Serran, baseado em livro de Jorge Amado
Produção: Nelson Pereira dos Santos, Luiz Carlos Barreto, Newton Rique e Serrador
Música: Chico Buarque e Francis Hime
Fotografia: Murilo Salles
Desenho de Produção: Anísio Medeiros
Direção de arte: Anísio Medeiros
Figurino: Anísio Medeiros
Edição: Raimundo Higino


Elenco:
Sônia Braga ... Dona Flor (Florípides) Guimarães
José Wilker ... Valdomiro 'Vadinho' Santos Guimarães
Mauro Mendonça ... Dr. Teodoro Madureira
Dinorah Brillanti ... Rozilda
Nelson Xavier ... Mirandão, amigo de Vadinho
Arthur Costa Filho ... Carlinhos, o guitarrista
Rui Resende ... Cazuza, o bêbado
Mário Gusmão ... Arigof
Nelson Dantas ... Clodoaldo, o poeta
Haydil Linhares ... Norminha, amiga de Flor
Nilda Spencer ... Dinorah, amiga de Flor
Sílvia Cadaval ... Jacy
Ivanilda Ribeiro ... Sofia, a empregada
Sue Ribeiro ... Magnólia
Francisco Santos (1) ... Venâncio, o padre
Francisco Dantas ... Dr. Argemiro
João Gama ... Moreira, marido de Dona Norma
Alvaro Freire ... Silvério
Hélio Ary ... Venceslau Diniz
Wilson Mello ... Vivaldo
Lourdes Coimbra ... Dionísia, a prostituta

Miguelão ... Paranaguá Ventura
Manfredo Colassanti ... Pelanchi
Antonio Ganzarolli ... Dedinho
Jurandyr Ferreira ... Emílio Veiga
Mara Rúbia ... Claudete
Lícia Magna ... Filó
Joaquim Menezes ... Comendador
Orlanita Ribeiro ... Mulher
Antônio Victor ... Antiógenes
José Ribeiro ... Gerônimo
Cláudio Mamberti ... Homem
Dita Corte Real ... Inácia
Marta Anderson ... Mirabel
Eliane Rogério ... Tavinha
Betty Lago ... Zizi
Marta Moyano ... Amália
Gigi (1) ... Garota
Zé Anão ... Homem
Heleno Lopes ... Homem
Betty Faria ... Leniza Mayer, a famosa cantora
Fernanda de Jesus
Mercedes Ruehl ... Garota americana no cassino



Prêmios e indicações:
• Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

• Ganhou 2 Kikitos no Festival de Gramado, de Melhor Diretor e Melhor Trilha Sonora.


Curiosidades:
• Dona Flor e Seus Dois Maridos é o recordista de público no cinema brasileiro, tendo sido visto por mais de 12 milhões de espectadores nos cinemas.

• O filme custou 5,5 milhões de cruzeiros, o que correspondia a quase dez vezes o orçamento média da época (Cr$ 600 mil).

• Foi refilmado nos Estados Unidos como Meu Adorável Fantasma (1982).

domingo, 27 de setembro de 2009

A Dama da lotação - 1978

Sinopse:

Carlos (Nuno Leal Maia) e Solange (Sônia Braga) se amam desde jovens e, após um casto namoro, se casaram. Na noite de núpcias, Solange se recusa a fazer amor com ele. Primeiro ele implora, então em um acesso de raiva a estupra. Solange afirma que o adora, mas nos meses que se seguiram ao casamento ela não pode ser tocada por Carlos. Para provar a si mesma que não é frígida, começa uma rotina diária de seduzir homens em coletivos, homens que ela nunca viu nem verá novamente e nem mesmo sabe seus nomes. Além disto, ela tem relações com o melhor amigo de Carlos e até mesmo com seu sogro (Jorge Dória). Carlos entende que ela é infiel e, armado, confronta Solange. Enquanto isso, ela busca ajuda psiquiátrica, pois não sente nenhum remorso.

Informações Técnicas
Título Original: A Dama do Lotação
País de Origem: Brasil
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 111 minutos
Ano de Lançamento: 1978
Direção: Neville de Almeida

Elenco:
Sônia Braga .... Solange
Nuno Leal Maia .... Carlos
Jorge Dória .... Pai de Carlos
Paulo César Pereio
Cláudio Marzo
Márcia Rodrigues
Paulo Villaça
Roberto Bonfim
Rodolfo Arena
Ney Santanna
Ivan Setta
Washington Fernandes
Yara Amaral