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domingo, 18 de outubro de 2009

Carlos Reichenbach


Nome completo: Carlos Oscar Reichenbach Filho
Natural de: Porto Alegre, RS, Brasil
Nascimento: 14 de junho 1945

Diretor, produtor, roteirista, diretor de fotografia, compositor e ator.

Filmografia - Diretor:
• 2007 - Falsa Loura
• 2004 - Bens Confiscados
• 2003 - Garotas do ABC
• 1999 - Dois Córregos
• 1993 - Alma Corsária
• 1987 - Anjos do Arrabalde
• 1986 - Filme Demência
• 1984 - Extremos do Prazer
• 1979 - Amor, Palavra Prostituta
• 1972 - Corrida em Busca do Amor
• 1970 - Audácia

Filmografia - Ator
• 2009 - O Fim da Picada ...... Participação Especial
• 2003 - Person ...... Carlos Reichenbach
• 2002 - Candeias - Da Boca pra Fora
• 1997 - Os Camaradas
• 1991 - O Corpo
• 1986 - Filme Demência ..... Homem no banheiro público
• 1984 - Extremos do Prazer
• 1977 - Belas e Corrompidas
• 1975 - A Casa das Tentações
• 1975 - Ainda Agarro esse Machão
• 1972 - Corrida em Busca do Amor
• 1971 - Finis Hominis - O Fim do Homem
• 1970 - O Ritual dos Sádicos
• 1968 - O Bandido da Luz Vermelha ...... Gângster / Espectador no cinema

Filmografia - Produtor:
• 1993 - Alma Corsária
• 1986 - Filme Demência
• 1979 - Amor, Palavra Prostituta

Filmografia - Fotógrafo:
• 2006 - Espeto (Curta-metragem)
• 1993 - Alma Corsária
• 1992 - Sua Excelência, o Candidato
• 1985 - Os Bons Tempos Voltaram: Vamos Gozar Outra Vez
• 1984 - Extremos do Prazer
• 1984 - S.O.S. Sex-Shop (Como Salvar Meu Casamento)
• 1983 - Doce Delírio
• 1982 - Amor de Perversão
• 1979 - A Dama da Zona
• 1979 - Amor, Palavra Prostituta
• 1979 - Mulher, Mulher
• 1976 - Excitação
• 1970 - Audácia
• 1970 - Orgia ou O Homem Que Deu Cria

Filmografia - Roteirista:
• 2007 - Falsa Loura
• 2004 - Bens Confiscados
• 2003 - Garotas do ABC
• 1999 - Dois Córregos
• 1993 - Alma Corsária
• 1987 - Anjos do Arrabalde
• 1986 - Filme Demência
• 1984 - Extremos do Prazer
• 1979 - Amor, Palavra Prostituta
• 1978 - Damas do Prazer
• 1972 - Corrida em Busca do Amor
• 1970 - Audácia

Prêmios:
• Recebeu uma indicação ao Grande Prêmio Cinema Brasil de Melhor Diretor, por Dois Córregos (1999).

• Ganhou o Grande Prêmio Cinema Brasil de Melhor Roteiro, por Dois Córregos (1999).

• Ganhou o Kikito de Ouro de Melhor Filme, no Festival de Gramado, por Anjos do Arrabalde (1987).

• Ganhou o Kikito de Ouro de Melhor Diretor, no Festival de Gramado, por Filme Demência (1986).

• Ganhou o Prêmio Especial do Júri, no Festival de Gramado, por Extremos do Prazer (1984).

• Ganhou o Prêmio da Crítica, no Festival de Gramado, por Filme Demência (1986).

• Ganhou o prêmio de Melhor Filme, no Festival de Brasília, por Alma Corsária (1993).

• Ganhou o Prêmio Especial do Júri, no Festival de Brasília, por Garotas do ABC (2003).

Curiosidades:
• Foi criado em São Paulo. O pai era empresário gráfico e amigo de Osvaldo Sampaio, participante da Vera Cruz.

• Aos dez anos de idade assistiu ao filme A Estrada (Ronda da Morte), com direção de Osvaldo Sampaio. Esse fato, e o contato com o diretor, parecem ter instaurado em Reichenbach o “espírito” cinematográfico.

• Mais tarde veio a descoberta dos filmes do Cinema Novo, o cineasta Luís Sérgio Person e a Escola Superior de Cinema de São Luís, as leituras do Cahiers du Cinéma, além das sessões da SAC (Sociedade Amigos da Cinemateca), onde encontrou várias influências para sua formação. Com todo esse preparo, foi rápido o salto para a prática de fazer cinema.

• Dirigiu e fotografou mais de 150 filmes comerciais e institucionais entre 1971 e 1974.

• Sem nenhuma experiência profissional ele dirige um episódio, “Alice”, de As Libertinas, junto com o crítico mineiro Antonio Lima e o futuro publicitário João Callegaro. A proposta era de um cinema cafajeste e antiestético.

• Reichenbach fica sócio de uma produtora de comerciais, onde dirige vários filmetes publicitários, que detestava. A prática neste empreendimento deu a ele conhecimento e destreza inegáveis, que mais tarde vêm fazer diferença no trabalho do futuro diretor.

• Investe força total no que pode ser considerado o primeiro grande filme dele, Liliam M, Relatório Confidencial.

• Ele se dedica ainda a vários outros filmes como fotógrafo. Foram mais de trinta, como Orgia ou O Homem que Deu Cria, o primeiro longa de João Silvério Trevisan.

• É também contratado como iluminador, mas acaba por dirigir Sede de Amar.

• Reichenbach é presença constante no Festival de Roterdã, da Holanda, e é reconhecido também na França, sendo chamado pelos críticos de Fassbinder brasileiro.

• Em 1994, termina Alma Corsária, retomando um roteiro escrito 11 anos antes.

• Corrida em Busca do Amor, feito em 1972, dado como perdido pelo diretor de Alma Corsária e Dois córregos, teve uma cópia em 16mm adquirida por R$ 80 pelo pesquisador Archimedes Lombardi na feira de antigüidades da praça Benedito Calixto. É, talvez, a única cópia existente da produção.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Roberto Bomtempo



Nome completo: Roberto Bomtempo de Castro Junior
Natural de: Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Nascimento: 27 de Maio de 1963

É ator, diretor de cinema, de televisão e teatro, professor de teatro e preparador de elenco para filmes.

Filmografia do Ator:

• 2010 - G.A.S. - Grupo Anti-Sequestro
• 2005 - Achados e Perdidos ........ Souza
• 2003 - Dois Perdidos Numa Noite Suja ........ Tonho
• 2000 - Tolerância ........ Julio
• 2000 - Cronicamente Inviável
• 2000 - Tepê (curtametragem)
• 2000 - Disparos (curtametragem)
• 1999 - O Dia da Caça
• 1999 - Mauá - O Imperador e o Rei
• 1998 - Tiradentes
• 1997 - Anahy de las Missiones
• 1997 - O Cego que Gritava Luz
• 1997 - Guerra de Canudos
• 1997 - O Cangaceiro
• 1996 - Quem matou Pixote?
• 1994 - Menino Maluquinho - O filme
• 1994 - Lamarca
• 1991 - Manobra Radical
• 1991 - A Maldição do Sanpaku
• 1990 - Barrela - Escola de crimes
• 1988 - Banana Split
• 1986 – Rockmania
• 1985 - Urubus e papagaios

Filmografia - Diretor
• 2009 – Syndrome
• 2006 - Depois Daquele Baile


Prêmios:
• Kikito de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante, no Festival de Brasília, por A Maldição de Sanpaku (1991).

• Troféu Candango de Melhor Ator Coadjuvante, no Festival de Brasília, por A Maldição de Sanpaku (1991).

• Ganhou o Lente de Cristal de Melhor Ator, no Festival de Cinema Brasileiro de Miami, por Tolerância (2000).

• Ganhou como de Melhor Ator, no V Braziian Film Festival of Miami, por Tolerância (2000).

Curiosidades:
• Já trabalhou em 4 filmes com o diretor José Joffily: Urubus e Papagaios, A Maldição de Sanpaku (1991), Quem Matou Pixote? (1996) e Dois Perdidos Numa Noite Suja (2003).



segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Nelson Pereira dos Santos


Nome Completo: Nelson Pereira dos Santos
 Natural de: São Paulo, Brasil
 Data de Nascimento : 22 de Outubro de 1928

Nelson Pereira dos Santos  é um ator, produtor, roteirista e diretor de cinema brasileiro.
Considerado um dos mais importantes cineastas do país, seu filme Vidas Secas, baseado na obra de Graciliano Ramos, é um dos filmes brasileiros mais premiados em todos os tempos, sendo reconhecido internacionalmente como obra-prima.

Foi um dos precursores do movimento do Cinema Novo.

É o fundador do curso de graduação em Cinema da Universidade Federal Fluminense, sendo professor do Instituto de Artes e Comunicação Social da UFF.

O cineasta Nelson Pereira dos Santos estreou na direção em 1955, com “Rio 40 Graus”, que foi proibido pela censura ditatorial da época. O longa, marcado por seu engajamento social, foi o precursor do Cinema Novo, tratando de um tema até então inédito nos filmes da época, em sua maioria chanchadas, que era a vida nas favelas do Rio de Janeiro, no caso.

Formado em direito e graduado em direção na Escola de Paris, este paulista mais carioca do Brasil foi professor fundador do curso de graduação em cinema da Universidade Federal Fluminense, além de ter lecionado na Universidade de Brasília e outras instituições no Brasil e exterior.

Seu principal longa foi “Vidas Secas” lançado em 1963 e relançado 40 anos depois, em 2003. O longa, além de contar com toda força presente na obra de Graciliano Ramos, foi revolucionário esteticamente contando com a inovadora fotografia de Luis Carlos Barreto, produtor da maior bilheteria da história do cinema nacional “Dona Flor e Seus Dois Maridos”.


Filmografia como Diretor:
 Filmografia como Roteirista:

Filmografia como Editor:

Filmografia como Produtor:
  Filmografia como Ator:
  • 2004 - Glauber o Filme, Labirinto do Brasil
  • 1999 - Dia da caça ........ Canosa
  • 1997 - For all, o trampolim da vitória
  • 1981 - Um filme para cinema
  • 1978 - Nelson Pereira dos Santos saúda o povo e pede passagem
  • 1971 - Nelson filma: o trajeto do cinema independente no Brasil
  • 1971 - Matei Por Amor
  • 1968 - Jardim de guerra
  • 1961 - Mandacaru vermelho
Prêmios
• Raízes do Brasil, sobre o historiador Sérgio Buarque de Hollanda, é o vencedor do prêmio "Margarida de Prata", da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na categoria de melhor documentário.

• Ganhou o Prêmio FIPRESCI no Festival de Cannes, por "Memórias do Cárcere" (1984).

• Ganhou o Prêmio OCIC no Festival de Cannes, por "Vidas Secas" (1963).

• Ganhou o Grande Prêmio Cinema Brasil de Melhor Curta-Metragem, por "Meu Compadre, Zé Ketti" (2002).

• Ganhou o prêmio de Melhor Filme no Festival de Havana, por "Memórias do Cárcere" (1984).

• Ganhou o Kikito de Ouro de Melhor Filme no Festival de Gramado, por "O Amuleto de Ogum" (1974).

• Ganhou o Troféu Oscarito no Festival de Gramado, em 1998.

• Ganhou o Troféu Candango de Melhor Filme no Festival de Brasília, por "Tenda dos Milagres" (1977).

• Ganhou o Troféu Candango de Melhor Diretor no Festival de Brasília, por "Tenda dos Milagres" (1977).

• Ganhou 2 vezes o Margarida de Prata, por "A Terceira Margem do Rio" (1994) e "Raízes do Brasil" (2004).


Curiosidades:
• Cineclubista em São Paulo, onde nasceu em 1928, Nelson Pereira dos Santos entrou para o cinema como assistente de direção de Rodolfo Nanni, em O Saci (1951-1953).

• Já no Rio, para onde se mudara em 1953, trabalhou como assistente de Alex Viany, em Agulha no Palheiro, e Paulo Wanderley, em Balança Mas Não Cai, cujas filmagens concluiu.

• Rio 40º, seu primeiro longa, realizado entre 1954 e 1955, era uma crônica da cidade, narrada em clave neo-realista, que marcou toda a geração que mais tarde deslancharia o movimento Cinema Novo.
 Faria parte de uma trilogia que afinal se esgotou com o segundo filme do cineasta, Rio Zona Norte, rodado em 1957.

• Entre 1957 e 1960, trabalhou como jornalista e tentou produzir uma versão do romance de Graciliano Ramos, Vidas Secas, afinal frustrada por uma enchente e outros contratempos. Para aproveitar a viagem e em condições as mais precárias, improvisou no interior baiano um bangue-bangue sertanejo, Mandacaru Vermelho (1960), co-estrelado por ele próprio.

• Vidas Secas só chegaria às telas três anos mais tarde, antecedido de uma adaptação de Nelson Rodrigues, O Boca de Ouro (1962).

• Com El Justicero (1967), trocou o subúrbio do Rio e a caatinga nordestina pelas frivolidades da zona sul carioca.

• Ainda eram burgueses os personagens do filme seguinte, Fome de Amor (1968), só que vistos por ótica bem diversa, mais crítica e moderna.

• Adaptações literárias - de Machado de Assis (Azyllo Muito Louco, 1969), Jorge Amado (Tenda dos Milagres, 1977, e Jubiabá, 1986), Graciliano Ramos (Memórias do Cárcere, 1983) e Guimarães Rosa (A Terceira Margem do Rio, 1993) - complementam sua obra, marcada, ainda, por uma aventura cômico-antropofágica ambientada no Brasil quinhentista (Como Era Gostoso o Meu Francês, 1970) e por uma volta ao ambiente popular suburbano (O Amuleto de Ogum, 1974).

• Nelson Pereira dos Santos ganhou prêmios em festivais nacionais e internacionais (Cannes, Havana, Polônia). Em reconhecimento ao seu trabalho, já foram organizadas mostras e retrospectivas em países como França, Itália, Canadá, EUA e Japão, entre outros.

• Foi o 1º diretor eleito para a Academia Brasileira de Letras.

• Integrou o júri do Festival de Veneza de 1986 e 1993.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Gustavo Machado


Nome completo: Gustavo Machado
Natural de: Rio de Janeiro, Brasil
Data de nascimento: 16/01/1973

Ator, Carioca, formado em teatro em São Paulo. Gustavo começou no teatro e hoje, já estende um largo currículo no cinema.


Filmografia do ator - teatro:
• Nossa Juventude (2005), de Laís Bodanzky - com a qual foi indicado a Melhor Ator no Prêmio Shell de 2006;

• O Avarento (2006 )e Cleide, Eló e as Pêras (2006).


Filmografia do ator - Cinema :
• 2009 - O Amor Segundo B. Schianberg ........ Felix
• 2007 - Olho de Boi .........Cirineu
• 2007 - Nome Próprio ........ Daniel
• 2007 - O Corpo
• 2002 - Contra Todos ........ Marcão
• 2001 - Bicho de Sete Cabeças ........ Lobo

Prêmios:
• O prêmio de melhor ator da APCA (Associação Paulista de Crítica de Arte)foi para Gustavo Machado pelo longa "Olho de Boi"

• Kikito de Melhor Ator em Gramado (2007),pelo longa Olho de Boi, de Hermano Penna

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

João Miguel




Nome completo: João Miguel
Natural de: Salvador, Bahia, Brasil
Data de nascimento: 01/01/1970


Sua base como ator é o teatro. Começou cedo, aos 9 anos. Trabalhou em circo, deu aula para meninos de rua e apresentou peças em escolas, hospitais e favelas em Salvador e no interior da Bahia.


Aos 17 anos, seguiu para o Rio de Janeiro e se formou na CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), onde conheceu o ator e diretor Luís Carlos Vasconcelos, do Grupo Piolim. Foi na CAL também que nasceu o palhaço Magal, uma “quase entidade” que incorpora sempre em seus personagens.

Filmografia:
2009 - Se Nada Mais Der Certo ........ Wilson
2009 - O Milagre de Santa Luiza ........ (narração)
2009 - Bonitinha Mas Ordinária ........  Edgard
2009 - Hotel Atlântico ........  Sebastião
2007 - Estômago  ........  Nonato
2007 - Mutum ........  Pai
2007 - Deserto Feliz ........  Mão de Veia
2006 - Jardim das Folhas Sagradas
2006 - O Céu de Suely ........  João
2005 - Cinema, Aspirinas e Urubus ........ Ranulpho
2005 - Cidade Baixa ........  Edvan
2005 - Eu Me Lembro ........ Daniel
2004 - Esses Moços ........ Bispo do Rosário

Prêmios:
• Recebeu 3 indicações ao Grande Prêmio Cinema Brasil de Melhor Ator, por "Cinema, Aspirinas e Urubus" (2005), "Mutum" (2007) e "Estômago" (2008).

• Recebeu 2 indicações ao Grande Prêmio Cinema Brasil de Melhor Ator Coadjuvante, por "Cidade Baixa" (2005) e "O Céu de Suely" (2006).

• Ganhou 2 vezes o Troféu Redentor de Melhor Ator no Festival do Rio, por "Cinema, Aspirinas e Urubus" (2005) e "Estômago" (2007).

• Ganhou o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cuiabá, por "Cinema, Aspirinas e Urubus" (2005).

• Ganhou o prêmio de Melhor Ator no Festival de Guadalajara, por "Cinema, Aspirinas e Urubus" (2005).

Curiosidades:
• Em Cinema, Aspirinas e Urubus, de Marcelo Gomes, João Miguel teve seu trabalho reconhecido, ganhando os prêmios de Melhor Ator do Festival do Rio e da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo 2005.

• Passou quatro anos e meio no papel principal de “Bispo”, peça sobre o artista Arthur Bispo do Rosário.




























domingo, 27 de setembro de 2009

Selton Mello



Nome Completo: Selton Figueiredo Mello
Natural de: Passos, Minas Gerais, Brasil
Nascimento: 30 de Dezembro de 1972

É ator, diretor e produtor . Atua em teatro, televisão e cinema.



Filmografia - Ator
Filmografia - Diretor


 Prêmios:
 • Recebeu 2 indicações ao Grande Prêmio Cinema Brasil de Melhor Ator, por "Lavoura Arcaica" (2001) e "Lisbela e o Prisioneiro" (2003). Venceu por "Lisbela e o Prisioneiro".

  • Recebeu uma indicação ao Grande Prêmio Cinema Brasil de Melhor Ator Coadjuvante, por "Árido Movie" (2006).

• Ganhou o Troféu Candango de Melhor Ator, no Festival de Brasília, por "Lavoura Arcaica" (2001).

• Ganhou o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante, no Cine PE - Festival de Pernambuco, por "Árido Movie" (2006).

• Ganhou o prêmio de Melhor Ator, no Festival de Havana, por "Lavoura Arcaica" (2001).

• Ganhou o Troféu Redentor de Melhor Ator, no Festival do Rio, por "O Cheiro do Ralo" (2007).

• Ganhou o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante - Voto Popular no Prêmio Contigo! de Cinema, por "O Coronel e o Lobisomem" (2005).



Curiosidades:
• É irmão do também ator Danton Mello.

 • A experiência de Selton Mello na direção cinematográfica começou com o curta-metragem Quando o Tempo Cair, rodado em 2006 e selecionado para as mostras competitivas do Festival de Gramado, Festival do Rio, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e Festival Internacional de Cine em Guadalajara (México).

• Na TV, Selton dirige e comanda o programa Tarja Preta no Canal Brasil, vencedor do Prêmio Qualidade Brasil na categoria Melhor Programa da TV por Assinatura.

• Dirigiu também videoclipes para a MTV e documentários para o Canal Brasil e Multishow.